Definitivamente!
Ariovaldo Ramos
1- Atos 1:6,7
Então, os que estavam reunidos lhe perguntaram: Senhor, será este o tempo em que restaures o reino a Israel? Respondeu-lhes: Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai reservou pela sua exclusiva autoridade;
Data definitiva para a volta do Cristo!
2- Atos 1:8
mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra.
Profecia definitiva sobre a missão da Igreja, sob o Espírito Santo
3- Mateus 24:14
E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim.
Sinal definitivo para a volta do Cristo!
4- Atos 1:11
e lhes disseram: Varões galileus, por que estais olhando para as alturas?
Ação definitiva para a volta do Cristo: Não olhe para o céu, fixe-se na tarefa!
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terça-feira, 29 de setembro de 2015
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
Determinismo
Ariovaldo Ramos
Por que você vai me matar? Porque é a vontade de deus!
Como você sabe que é a vontade de deus? Porque está escrito que é para matar os infiéis!
E por que você acha que eu sou infiel? Porque você não adora deus como está no livro!
Mas, no seu livro, não está escrito que tudo o que acontece é segundo a vontade de deus? Sim, tudo o que acontece é de acordo com a vontade de deus, segundo os seus desejos.
Então, nesse caso, eu sou infiel porque seu deus quis que eu o fosse. Exato, você é infiel porque meu deus quis assim.
Ora, se eu sou o que o seu deus queria que eu fosse, por que é que você vai me matar? Porque você não quer mudar e passar a servir meu deus.
Eu não consigo mudar, e se eu estou certo ao interpretar o seu livro, eu não consigo mudar porque o seu deus não quer que eu mude! Correto, tudo acontece segundo a vontade de meu deus!
Então, você vai me matar porque eu sou exatamente do jeito que o seu deus quer? Claro! Meu deus fez você assim para que eu o matasse!
Quer dizer que o seu deus fez uns para matar e outros para serem mortos? É desse jeito, eu fui feito para matar você, e você foi feito para morrer nas minhas mãos.
Você não pode fazer nada em relação a isso? Não, eu estou determinado por deus.
Isso é verdade em relação a qualquer ato humano, mesmo o mais hediondo? Esta é a verdade!
Quer dizer que não passamos de marionetes na mão de seu deus? Mais ou menos, mas, com muita sabedoria!
Antes que você atire, só mais uma questão: Você tem certeza de que isso não é apenas uma desculpa para que você faça o que quiser sem se sentir culpado? Me recuso a comentar isso… Bang!
Ninguém, ao ser tentado, diga:Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta. Tg 1.13
*
Determinismo é, na prática, uma falácia moral, pois, permite a qualquer um fazer o que quiser e colocar todo peso da culpa nas costas de um deus. É a desculpa perfeita para todo tipo de opressão, para todo tipo de segregação social.
No determinismo teológico, deus é mal. No determinismo histórico o sonho de ser livre é um pesadelo, pois, o que é inexoravelmente determinado não pode gerar liberdade.
Determinismo 2
Ariovaldo Ramos
Quer dizer que o seu deus sabe o futuro porque determinou tudo?
Quer dizer que o seu deus sabe o futuro porque determinou tudo?
Exato, porque não teria outra forma de o saber se não o determinasse.
Então, o seu deus é soberano mas não é onisciente.
Para nós, soberania e onisciência são a mesma coisa.
Mas, não o são, porque onisciência é o atributo divino que lhe permite saber tudo sobre todos e sobre tudo, em todo e qualquer tempo, sem precisar determinar nada.
Bem, o nosso deus sabe tudo por ter tudo determinado.
Então, soberania, para vocês, não é a capacidade divina de intervir quando quiser, como quiser, e em que história quiser para o cumprimento do seu propósito?
Não, para nós soberania é a capacidade divina de determinar tudo o que quiser como o quiser; quem tudo determina não precisa intervir em nada, nem por nada.
O seu deus é o único protagonista no Universo?
Sim, tudo acontece porque e como ele quer que aconteça.
O seu deus, portanto, ou determina tudo, ou não sabe nada?
Não é exatamente, não sabe nada, é que não haveria o que saber.
Eternidade deixa de ser ausência de tempo, para ser um tempo sem fim, portanto, apenas mais uma medida de tempo, também sob determinação?
Dito dessa forma… uma certeza há, tudo será conforme determinado.
Compreendo, mas, isso reduz a eternidade à imortalidade.
Mas, é isso que define a eternidade!
Veja bem, se eternidade é um tempo que não tem fim, então o seu deus teve um começo, porque, tempo pode até não ter fim, mas, tem de ter começo.
Nunca, nosso deus sempre existiu, nosso deus criou o tempo!
Se o seu deus criou o tempo, ele, também se tornou prisioneiro do tempo, porque nunca sairá dele, ainda que seja quem ao tempo determine.
Não é assim, as criaturas é que nunca sairão do tempo.
O seu deus, consequentemente, não vai julgar nada nem ninguém.
Claro que vai… julgará os vivos e os mortos e todos os que tiverem responsabilidade moral.
Estranho… o seu deus é o único protagonista, determina tudo, mas, julga a todos… como ele lhes imputará culpa ou inocência?
Embora tudo seja determinado, não há na divindade nenhuma culpa, toda culpa está na criatura.
Por que o seu deus determinou dessa maneira, isto é, dando lugar à maldade?
Imagino que foi porque ele quis, ou porque não havia outro jeito.
Bem, você tem de decidir isso, porque se ele fez assim porque quis, ou ele é mal, ou, para ele, não há diferença entre bem e o mal; o que, se me permite dizer, é muito mal.
Não sei, isso é um mistério!
Tem outra situação, se ele fez dessa maneira porque não tinha outro jeito, então, além de mal, ele, também, não é todo-poderoso.
Como assim?
Perceba, se ele fez assim, determinando tudo desse jeito, porque não havia outra possibilidade, então, ele o fez sob algum constrangimento, logo, tem alguém ou algo acima dele que o constrangeu.
Não acredito que tenha sido assim, a divindade faz por vontade!
Pense, se o seu deus está sob algum tipo de constrangimento, ele está, em certa medida, com isenção moral, mas, você precisa saber quem está sobre ele, quem fez dele um deus coadjuvante.
Não há nada nem ninguém acima dele.
Vejamos, seu deus, embora soberano não é onisciente, pois só sabe o que determina, e isso, por definição, não é saber, uma vez que não há outro protagonista; ou não é onipotente ou é mal, porque determinou que tudo passaria pela maldade; deflagrou o tempo, mas se tornou prisioneiro, porque precisa do tempo para fazer e para manter o que fez, e sua eternidade é mera imortalidade… o seu deus é um ídolo.
Isso é blasfêmia!
Pois é, isso é exatamente o que eu penso… Isso é blasfêmia!
terça-feira, 16 de junho de 2015
Missão
A missão da Igreja de Cristo não é transformar o mundo, a MISSÃO DA IGREJA DE CRISTO É, PELA PREGAÇÃO DO EVANGELHO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, PREPARAR O MUNDO PARA O JUÍZO FINAL!
Nesse propósito a Igreja anuncia o Cristo como Senhor, deixando absolutamente claro que só quem se submeter ao seu senhorio será salvo, isto é, declarado justificado no juízo que virá sobre vivos e mortos, pessoas e nações.
No que tange as pessoas, isso exige arrependimento quanto à vida em estado de pecado, e reconhecimento da necessidade de nascer de novo, que acontecem como fruto de ação do Espírito Santo, por meio da Palavra do Cristo, aos que têm ouvidos para ouvir. No que tange as nações, isso significa, por meio do Espírito Santo, reconhecimento do pecado estrutural e busca por justiça nos padrões de Mt 25.31-46.
A Igreja, composta por aqueles que voltaram do estado de rebelião para o estado de obediência, com o único objetivo de fazer a vontade do Pai Nosso que está nos ceús, vive, portanto, diariamente, sob o governo do Senhor.
Viver sob o governo do Senhor, sob o reinado de Deus, buscando-o em primeiro lugar, é viver, aqui, para cumprir a vontade do Pai Nosso, e buscar, na história, a Justiça promulgada pelo Reino do Ceús, que determina que todos desfrutem igualmente de tudo o que Deus, a Trindade, é e de tudo o que Deus doa, o que se cumprirá, plenamente, no Novo Céu e Nova Terra onde habita a justiça.
Por viver, na história, sob o governo de Deus, a Igreja sinaliza, em todos os seus movimentos, o que é e como se pratica a justiça do Reino, e, dessa forma, aprimora a sociedade, tornando-a mais equânime, pela busca da equidade em todos os relacionamentos humanos, o que mitiga o estado de sofrimento e promove a emancipação do ser humano pelo protagonismo social.
A Igreja cumpre a sua missão pelo Exemplo, que testifica sua submissão ao Pai Nosso, pela Proclamação, que anuncia Jesus de Nazaré como Ungido da Trindade, único nome, pelo qual, importa que sejamos salvos, e pelas Boas Obras, por meio do que manifesta e ministra a Justiça do Reino dos Céus.
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