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terça-feira, 13 de agosto de 2013

Mt 16.21-23


Os anciãos de Israel queriam matar Jesus.
O Cristo começou a dizer aos discípulos que iria morrer.
Jesus Cristo, assim, iniciou um caminho que ia ao encontro do desejo dos anciãos.
O Cordeiro de Deus começou a andar, portanto, em direção à morte.
Pedro começou a repreender a Jesus, dizendo que ele deveria ir na contramão dos anciãos.
O Salvador admoestou Pedro, dizendo que, ao buscar o conforto de Jesus, ele estava trabalhando para Satanás.
Para Pedro, o Cristo estava cooperando com os inimigos dele.
E parecia mesmo, mas, Jesus estava cooperando com o Pai, que lhe instruiu a deixar-se levar para a cruz, pois, como, mais tarde, diria um nobre seguidor do Cristo: “É morrendo que se vive para a VIDA ETERNA!”

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Mc 10.21

Buscar conforto, enquanto jaz nas trevas, é alienação; não distribuir o conforto depois de ser trazido à luz é aberração, pois põe em dúvida o efeito da iluminação.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

O Grito Não Pode Ser Distorcido!


Ariovaldo Ramos

“Jovens, eu vos escrevi porque sois fortes, e a palavra de Deus permanece em vós, e tendes vencido o Maligno”

Paulo, um dos grandes articuladores do movimento cristão, experimentou um fenômeno social curioso.

Ele e o seu companheiro de propagação, foram protagonistas de um ato extraordinário, numa das cidades da Ásia Menor,  foram tidos como deuses, e os queriam homenagear, eles resistiram, deixando claro a visão que estavam a compartilhar.

Pouco tempo depois, adversários de Paulo chegaram à cidade e, contra todas as expectativas, convenceram a multidão que, a pouco, queria homenagear Paulo a mata-lo a pedradas.

Isso é o que pode acontecer quando estamos a mexer com a multidão.

Jovens, vocês estão nas ruas. E estão por uma ótima causa: o bem do país.

Porém, cuidado! Tudo que tem a ver com multidão pode ser subvertido.

Paulo foi apedrejado e quase morre, ele viu a força da massa quando ela perde o foco e se deixa influenciar pelos que querem a destruição.

Lembrem-se, destruição não é um propósito, destruição é o fim de todo o propósito.

Jovens, não percam a palavra da construção de uma nova sociedade: justa, com controle social, onde haja tolerância zero para a corrupção.

Jovens, não se deixem corromper!

Por outro lado, se as autoridades não derem mostras de audição ativa, haverá o perigo do apedrejamento movido por aproveitadores, para quem  todo o propósito é o fim de qualquer proposição.

Autoridades, ouçam o grito das ruas, o grito dos jovens, e listem as reinvindicações, e  tornem tais clamores em programa de governo.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Vamos às ruas!


Vamos às ruas!

Ariovaldo Ramos

Os fundadores do Movimento Cristão enfrentaram um protesto popular.

Eles tinham autoridade reconhecida, e o povo cristão tinha tudo em comum.

O povo entregava tudo aos fundadores, e eles administravam de forma a que todos fossem agraciados, segundo a necessidade de cada um.

Mas, com o crescimento do movimento, eles não conseguiam mais administrar com a eficácia necessária.

Houve um protesto popular.

Os fundadores pararam para ouvir aos manifestantes, e reconheceram a legitimidade do movimento.

Os fundadores, então, entregaram a administração dos fundos ao controle popular.

Livremente, os manifestantes elegeram aos seus representantes, e estes passaram a administrar o bem comum. E a justiça desejada foi alcançada.

O povo brasileiro está nas ruas.

O povo não quer ficar à deriva do poder, quer direcionar o poder.

O governo, como o fez a Presidenta, tem de admitir: o bem comum está sendo mal administrado.

O Estado tem de se abrir para o controle social.

Como? Isso tem de ser buscado. Uma forma deve haver.

O povo está certo: quem tem de estabelecer as prioridades é a população.

E mais, quem tem de ter controle sobre os gastos é a população, tudo tem de passar por controle social.

Se a Presidenta souber ler este mover popular, saberá que, agora, é a hora de fazer todas as reformas que todos sabemos que precisam ser feitas: política, tributária, jurídica, partidária, eleitoral.

O movimento não é contra alguém, o movimento é a favor do Brasil.

Não pode mais haver espaço para a corrupção, para a exploração, para que o bem seja de poucos, em detrimento da maioria.

É o caso das tarifas do transporte público, que encarece sem ganhar nada de eficácia.

A FIFA diz que se continuar assim, não haverá COPA.

Alguém tem de dizer, a esta organização, que não há governo mundial, que há Povo, há Leis e há Estado, e que isso não pode ser subvertido em nome de nada, muito menos em nome de eventos esporádicos, por mais internacionais que o sejam.

O povo está certo! Vamos todos às ruas! Democratas são os que reconhecem que todo o poder emana do povo e só para o bem do povo pode ser exercido.