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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Mc 10.21

Buscar conforto, enquanto jaz nas trevas, é alienação; não distribuir o conforto depois de ser trazido à luz é aberração, pois põe em dúvida o efeito da iluminação.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

O Grito Não Pode Ser Distorcido!


Ariovaldo Ramos

“Jovens, eu vos escrevi porque sois fortes, e a palavra de Deus permanece em vós, e tendes vencido o Maligno”

Paulo, um dos grandes articuladores do movimento cristão, experimentou um fenômeno social curioso.

Ele e o seu companheiro de propagação, foram protagonistas de um ato extraordinário, numa das cidades da Ásia Menor,  foram tidos como deuses, e os queriam homenagear, eles resistiram, deixando claro a visão que estavam a compartilhar.

Pouco tempo depois, adversários de Paulo chegaram à cidade e, contra todas as expectativas, convenceram a multidão que, a pouco, queria homenagear Paulo a mata-lo a pedradas.

Isso é o que pode acontecer quando estamos a mexer com a multidão.

Jovens, vocês estão nas ruas. E estão por uma ótima causa: o bem do país.

Porém, cuidado! Tudo que tem a ver com multidão pode ser subvertido.

Paulo foi apedrejado e quase morre, ele viu a força da massa quando ela perde o foco e se deixa influenciar pelos que querem a destruição.

Lembrem-se, destruição não é um propósito, destruição é o fim de todo o propósito.

Jovens, não percam a palavra da construção de uma nova sociedade: justa, com controle social, onde haja tolerância zero para a corrupção.

Jovens, não se deixem corromper!

Por outro lado, se as autoridades não derem mostras de audição ativa, haverá o perigo do apedrejamento movido por aproveitadores, para quem  todo o propósito é o fim de qualquer proposição.

Autoridades, ouçam o grito das ruas, o grito dos jovens, e listem as reinvindicações, e  tornem tais clamores em programa de governo.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Vamos às ruas!


Vamos às ruas!

Ariovaldo Ramos

Os fundadores do Movimento Cristão enfrentaram um protesto popular.

Eles tinham autoridade reconhecida, e o povo cristão tinha tudo em comum.

O povo entregava tudo aos fundadores, e eles administravam de forma a que todos fossem agraciados, segundo a necessidade de cada um.

Mas, com o crescimento do movimento, eles não conseguiam mais administrar com a eficácia necessária.

Houve um protesto popular.

Os fundadores pararam para ouvir aos manifestantes, e reconheceram a legitimidade do movimento.

Os fundadores, então, entregaram a administração dos fundos ao controle popular.

Livremente, os manifestantes elegeram aos seus representantes, e estes passaram a administrar o bem comum. E a justiça desejada foi alcançada.

O povo brasileiro está nas ruas.

O povo não quer ficar à deriva do poder, quer direcionar o poder.

O governo, como o fez a Presidenta, tem de admitir: o bem comum está sendo mal administrado.

O Estado tem de se abrir para o controle social.

Como? Isso tem de ser buscado. Uma forma deve haver.

O povo está certo: quem tem de estabelecer as prioridades é a população.

E mais, quem tem de ter controle sobre os gastos é a população, tudo tem de passar por controle social.

Se a Presidenta souber ler este mover popular, saberá que, agora, é a hora de fazer todas as reformas que todos sabemos que precisam ser feitas: política, tributária, jurídica, partidária, eleitoral.

O movimento não é contra alguém, o movimento é a favor do Brasil.

Não pode mais haver espaço para a corrupção, para a exploração, para que o bem seja de poucos, em detrimento da maioria.

É o caso das tarifas do transporte público, que encarece sem ganhar nada de eficácia.

A FIFA diz que se continuar assim, não haverá COPA.

Alguém tem de dizer, a esta organização, que não há governo mundial, que há Povo, há Leis e há Estado, e que isso não pode ser subvertido em nome de nada, muito menos em nome de eventos esporádicos, por mais internacionais que o sejam.

O povo está certo! Vamos todos às ruas! Democratas são os que reconhecem que todo o poder emana do povo e só para o bem do povo pode ser exercido.

domingo, 26 de maio de 2013

PAI nosso

Ariovaldo Ramos

Vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa-nos as nossas dívidas assim como nós perdoamos aos nossos devedores. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Pois vosso é o reino o poder e a glória para sempre, amém!

Poder chamar ao PAI do Senhor na qualidade de filho dele, também, é um privilégio indescritível.

Chama-lo de PAI Nosso, então, é celebrar uma restauração irreprimível!

Quando caímos como raça, caímos como família, o irmão passou a ser o diferente, o concorrente, o adversário, o desigual.

Quando nos damos  conta de que o PAI, que só deveria ser do Senhor, é, pós Cristo, Nosso, também, percebemos que a noção de família humana foi resgatada.

O primeiro resgate, a partir do relacionamento com o PAI, é o da igualdade. Se o PAI está disposto a ser chamado, por todos os seres humanos, de PAI, é porque para ele todos os seres humanos são, perante ele, iguais.

Resgatar a igualdade entre os seres humanos é coloca-los como sujeitos de direitos, dos  mesmos direitos, pois os coloca como iguais em dignidade.

Meditação: Ao me dirigir ao PAI sou obrigado a reconhecer aos demais seres humanos como iguais a mim, uma vez que o privilégio não é exclusivo, mas, potencialmente, extensivo a todos.


Oração: PAI Nosso agradeço por recuperar a minha visão da humanidade, me concede, por tua graça, reconhecer e lutar pelo reconhecimento da dignidade de todos os seres humanos. Em nome de JESUS, amém!