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domingo, 3 de março de 2013

Perdão


Por Ariovaldo Ramos


Portanto , vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá-nos hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém!

A TRINDADE, para nos salvar, tinha de perdoar-nos por nossas ofensas.

Ofensa é o peso emocional da falta. 

Um amigo rouba o outro. O roubo em si é um crime, entretanto, o fato, por ter sido levado a efeito por um amigo, tem uma conotação emocional que não pode ser indenizada, é a isso  que se chama de ofensa, pois, é de cunho emocional e só se resolve com perdão. 

Independente da questão financeira ter sido resolvida, se a pessoa prejudicada não perdoar o amigo (porque resta a questão emocional:  a pessoa, ao roubar, lesou ao amigo que nela confiava) não haverá forma de se reatar qualquer nível de comunhão.

Quando a humanidade rompeu com o DEUS, mais do que quebrar a lei, traiu ao CRIADOR, o que gerou uma ofensa que, por definição, não pode ser indenizada, só pode ser perdoada. 

E esse foi o primeiro ato divino: perdoou-nos por nossas ofensas.

Se a TRINDADE, primeiro, não tivesse nos perdoado por nossas ofensas, nada poderia ser feito em nosso favor. Portanto, se fossemos colocar tal gesto, como expresso por frases, diríamos que a primeira frase que o DEUS proferiu foi: haja perdão!

Porque disse: haja perdão! Disse: haja cruz! Porque disse: haja cruz! Valeu a pena dizer: haja luz!

Meditação: O primeiro movimento da TRINDADE em nosso favor, foi o de nos perdoar por termos traído Àquele que, por criação, nos permitiu o privilégio de nele existir. Sem esse perdão não haveria sentido em nos salvar. 

Oração: Grato PAI, por nos terdes perdoado pela ofensa que vos fizemos por nossa traição. E reconheço que toda a vez que peco, primeiro, vos ofendo, por vos atraiçoar, pois sois o DEUS de toda a criação, a quem tudo devo, e a quem jamais deveria desobedecer. Grato por esse perdão que providenciou a cruz e que sustenta a nossa comunhão.


Ministério Digital

sexta-feira, 1 de março de 2013

Essa Graça Não Existe!


Por Ariovaldo Ramos

Surpreendi-me ao ouvir um pregador, ao falar sobre as fraquezas que nos mantêm presos aos pecados, dizer: - Ninguém, de fato, precisa perder o sono por isso, a graça nos entende, nos perdoa e nos acolhe.

Do que será que ele está falando? Pensei. Será que ele pensa que há um ser chamado Graça? Essa graça não existe! Tem gente falando da graça como se fosse uma espécie de quarta pessoa da Trindade. E que ação é esta que ele descreve? A graça, não despreza a lei, nos dá condições de cumprir a lei.

Graça é o nome que o apóstolo Paulo dá à possibilidade que a Trindade, por causa do sacrifício de Cristo, tem de perdoar o pecador arrependido, de elevá-lo a categoria de filho, passando a habitar nele, e de transformá-lo a imagem de Jesus de Nazaré.

Deus é gracioso, mas, não faz de conta que nada aconteceu. A graça não é um colchão de amortecimento que absorve a queda, como nos filmes de Hollywood. Quando o Senhor, por sua graça, perdoa o arrependido, o admoesta: - Vá, e não peque mais. E, juntamente com a admoestação, concede-lhe a força para que não seja mais escravo do pecado.

Pela graça nós somos salvos! E salvação é libertação e transformação.


Ministério Digital 

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Pão


Por Ariovaldo Ramos

Portanto , vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá-nos hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém!

O mistério da existência está em quem ou o que a mantém.

Nós, seres humanos, e nenhum dos demais habitantes do planeta, até onde sabemos, tem condições de manter-se na existência.

Em sendo assim, a fonte da existência, tanto da origem como da manutenção, é externa.

Quem tem de ser sustentado na existência, por definição, não existe por direito, existe por favor, por deferência da fonte mantenedora.

Clamamos por pão é clamar por manutenção, o fazemos por consciência duma existência que não podemos sustentar.

E seres conscientes só podem clamar a outra consciência, porque seres conscientes só podem ser gerados por outra consciência.

A existência deve ser mantida momento a momento, e como se convencionou o dia como padrão para o dimensionamento da existência, o clamor por sobrevivência toma o dia como referência.

Meditação: Não temos como no manter na vida, não importa a dimensão que lha dermos. Somos seres dependentes.

Oração: Pai nosso, fonte e mantenedor da vida., graças te dou por me trazeres à existência e por todos os dias que, nela, me tens mantido. Hoje, mais uma vez, cônscio dessa dependência, clamo por mais um dia.

Ministério Digital
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Adoração

Ariovaldo Ramos

“E todos nós, de rosto desvendado, contemplando como espelho, a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória à sua imagem, como pelo Senhor o Espírito.” 2Cor 3.18.

Moisés colocou véu sobre o seu rosto porque o brilho que ele ostentava começou a desaparecer, e isto aconteceu porque ele não estava mais exposto à glória do Senhor, logo, a luz correspondente começou a desvanecer. Paulo diz que conosco é diferente, estamos sempre expostos à glória, ou só não estará exposto quem não o quiser, ou cada um de nós é chamado a essa contemplação que redundará num “resplandecimento” constante.

A exposição à glória do Senhor não é passiva, uma vez que é uma contemplação tipo mirar-se no espelho. A gente se mira no espelho para se ver e se acertar, então, a gente contempla a glória do Senhor para se conhecer à luz dessa glória, “na tua luz vemos a luz” (Sl 36.9), e, também, para se acertar, isto é, para se deixar corrigir a partir dessa glória.


O Espírito Santo faz isso, transformando-nos à semelhança dessa glória. Logo, a glória do Senhor é uma pessoa, porque, uma vez que somos pessoas, só podemos ser transformados à imagem doutra pessoa. Estamos falando da glória do Senhor e não o Senhor da glória, pois o Senhor da glória ninguém vê (Ex 33.19,20). A glória do Senhor é a sua bondade (Ex 33.19). A bondade do Senhor se manifestou plenamente em Cristo Jesus (Jo 1.14). Jesus de Nazaré é a glória do Senhor entre nós. De fato, Jesus de Nazaré, o Cristo, é o próprio Senhor da glória (Mt 1.23) que se fez glória do Senhor por amor. É a manifestação, em carne e osso de toda a sua bondade entre nós (Ex33.19).

E onde a gente contempla essa glória? Bem, primeiramente, nas Escrituras, isso se a gente lê a Bíblia para ver e entender Jesus Cristo; em segundo lugar, nos irmãos - devemos aprender a surpreender Cristo na vida de nossos irmãos, em suas palavras e ações, o que significa o exercício de prestar atenção nas coisas positivas que fazem os nossos irmãos; em terceiro lugar, devemos usar a prática de antes de qualquer ação, perguntar, ao Senhor, o que Jesus faria se estivesse em nosso lugar, assim a gente invoca a glória do Senhor para diante de nós o tempo todo.

Uma paráfrase: “E todos nós, de rosto desvendado, contemplando a Jesus de Nazaré, na sua maneira de ser e de viver, como quem se olha ao espelho para se arrumar, somos transformados de glória em glória, em gente cada vez mais parecida com Ele; o Senhor, o Espírito, é quem opera essa transformação.”

Adoração é contemplação ativa, porque é acompanhada de desejo, pois o olhar-se no espelho para se arrumar, ou melhor, para se deixar ser arrumado, traz consigo o desejo de acerto e de correção. Esse desejo é o de se assemelhar à Jesus. À medida que essa imitação/transformação acontece, a conseqüente resplandecência é notada por todos. Essa brilho são as nossas boas obras (Mt 5.16). É bom lembrar que esta deve ser uma prática diária e constante, que tem de ser levada à efeito em todo o lugar e em todo o tempo.

Ministério Digital