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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Pastor: porta-voz da Voz!


Por Ariovaldo Ramos

Quantos desejam tanto ouvir Deus!
Quantos, tantas vezes, o quiseram, em vão!
Quantos, de tanto desejar, desistiram!
Quantos, de tanto procurar, se cansaram!
Quantos, tanto o necessitam!
Quantos perceberam, em tudo, a Sua fala?
Quantos tropeçam em Sua presença sem se dar conta!
Quantos necessitam de tanta ajuda para ouvi-lo!
Quão bom é encontrar ajuda para ouvir o Cristo!
Quão melhor é perceber a amorosa fala do Salvador!
Quão maviosa é a voz que ecoa a voz do Cristo!
Quão doce é o convite de Seu amor!
Quão feliz é ser porta-voz da Voz!
Quantos se beneficiarão!
Quantos se reencontrarão!
Quantos terão o coração reaquecido!
Quantos serão visitados pela paz que excede a todo o entendimento!
Quantos acharão direção e consolo!
Quantas respostas a orações, tantas vezes angustiadas!
Quantas pérolas brilham por entre palavras!
Quantas vidas Ele estará a salvar!
Quanta beleza ao alcance humano!
Quanta riqueza há na sabedoria!
Quanta busca encontrará satisfação!
Quanta vida será alcançada em seu âmago!
Quão benfazeja é a voz de pastor!
Quão bom é encontrar um pastor!
Quão extraordinário é o pastor que reflete o Pastor!
Quão viva é a palavra que se torna carne!
Quão aconchegante é a palavra que envolve!
Quão clara é a palavra direta que direciona!
Quão revelador é o Cristo descortinado!
Quantos, finalmente, ouvirão a Sua voz: a voz do bom Pastor!


domingo, 17 de fevereiro de 2013

Reino


Por Ariovaldo Ramos


Portanto , vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá-nos hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém!

O Reino é a totalidade do que existe, e onde acontece o que chamamos de “a realidade”, uma vez que tudo o que existe, vive e se move, é nele que o faz.

Mais do que estar em todo lugar, todo lugar está nO DEUS, embora A TRINDADE não se confunda com a sua criação.

Fora do DEUS não há lugar ou existência.

O DEUS, ao criar, cedeu espaço para a existência de tudo. e para a vida, e para o movimento das criaturas, e, também, para o exercício do arbítrio, pois concedeu, a algumas de suas criaturas, a faculdade da consciência e a possibilidade da prática da vontade.

Toda a criação subsiste, pois, só o DEUS existe por si mesmo.

É no espaço cedido pelo DEUS que transita o Universo.

É no espaço concedido pelo DEUS que a consciência arbitrária é exercida.

Nós, que oramos, somos os membros da espécie humana que reconhecemos que é no DEUS que vivemos, nos movemos e existimos (At 17.28).

Meditação: A existência é uma concessão; e a vida, em todos os seus trâmites, se desenrola no espaço cedido por DEUS TRIUNO.

Oração: Senhor, humildemente, agradeço por repartires comigo o privilégio de existir  Por me permitires o arbítrio. E por me concederes a honra de interagir. E por me cederes  espaço, de tal maneira, que, em teu Reino, posso exercitar a capacidade de decidir. E  decido, por tua graça, sob a tua vontade. Em nome de JESUS, amém!



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sábado, 16 de fevereiro de 2013

o amor é de Deus


por Ariovaldo Ramos

“Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus.” 1Jo 4.7

a ordem é amar ao outro

o amar ao próximo é o que confere a identidade da gente, o que deixa claro que a gente nasceu de Deus.

o amar ao próximo é que revela que, de fato, temos comunhão com Deus.

esse amar inclui todo o amor, inclusive, o amor que provoca a mais íntima das relações.

o amar encerra em si tanta relevância e revelação, porque o amor procede de Deus.

o amor é a síntese de todas as qualidades que Deus nos emprestou, para que a maldade, proveniente da queda, não fosse o único tom de nossa existência.

o amor vem do Deus Triúno, insiste o apóstolo.

e essa é a definição, a extensão e a limitação do amor: 

               amor é algo que vem de Deus.

se o que a gente está sentindo, e chamando de amor, não faz o Eterno sorrir para o que está acontecendo em nós, não é amor.

se Deus não sorri para o que está, por causa desse sentimento, sendo provocado por nós, então, não é amor.

o amor é de Deus, e só é amor o sentimento que faz o Senhor sorrir para o que estamos vivendo em relação ao outro, por causa desse sentimento.





sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Sem Acordo


Por Ariovaldo Ramos

“saíam a ter com ele toda a província da Judéia e todos os habitantes de Jerusalém; e, confessando os seus pecados, eram batizados por ele no rio Jordão.”  Mc 1.5

a aparição de João  Batista, no deserto, dizendo que era a voz de Deus, que, agora, clamava do deserto, era a negação do Templo em Jerusalém, de sua liturgia e de sua permanência na história.

de sua liturgia, porque João chamava para o batismo e não para o holocausto, e porque ele apresentaria um novo cordeiro, o cordeiro definitivo que, de fato, tiraria o pecado do mundo.

e se um novo cordeiro viria, e definitivamente, o templo acabara de perder a sua função na história.

para além disso, o Templo estava contaminado.

Anás tinha conspurcado o templo, negociando-o com os romanos.

ele foi o primeiro sumo-sacerdote dessa safra, depois, cada um de seus cinco filhos foram sumos-sacerdotes e, finalmente, o seu genro, Caifás – ele, porém, permanecia nos bastidores, puxando as cordinhas de seus títeres.

o sumo-sacerdote de Deus, João Batista, apareceu no deserto; a mensagem dele não permitia acordo: todos os envolvidos nessa impostura, os protagonistas e os omissos, o que incluía a todos os outros, só tinham uma saída, confessar os pecados e renovar, por meio do batismo, o seu pacto de obediência com Deus.

todos os que davam ouvidos a João não tinham escolha, tinham de romper com o templo e com o império.

estava pronto o caminho para o Cordeiro construir o templo vivo, agente do reino na solapação do sistema.

ouçamos João para viver Cristo: rompamos com o institucionalismo e com o império de Mamon que, através do mercado e das injunções religiosas-sócio-económicas-políticas, decorrentes da aceitação da economia de mercado como regulador da vida, impõe o seu culto.

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