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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Salmo 005 - A Crise

Por Ariovaldo Ramos

“Dá ouvidos, SENHOR, às minhas palavras e acode ao meu gemido. 
Escuta, Rei meu e Deus meu, a minha voz que clama, pois a ti é que imploro.
De manhã, SENHOR, ouves a minha voz; de manhã te apresento a minha oração e fico esperando.
Pois tu não és Deus que se agrade com a iniquidade, e contigo não subsiste o mal.
Os arrogantes não permanecerão à tua vista; aborreces a todos os que praticam a iniquidade.
Tu destróis os que proferem mentira; o SENHOR abomina ao sanguinário e ao fraudulento; porém eu, pela riqueza da tua misericórdia, entrarei na tua casa e me prostrarei diante do teu santo templo, no teu temor.
SENHOR, guia-me na tua justiça, por causa dos meus adversários; endireita diante de mim o teu caminho; pois não têm eles sinceridade nos seus lábios; o seu íntimo é todo crimes; a sua garganta é sepulcro aberto, e com a língua lisonjeiam.
Declara-os culpados, ó Deus; caiam por seus próprios planos. Rejeita-os por causa de suas muitas transgressões, pois se rebelaram contra ti.
Mas regozijem-se todos os que confiam em ti; folguem de júbilo para sempre, porque tu os defendes; e em ti se gloriem os que amam o teu nome.
Pois tu, SENHOR, abençoas o justo e, como escudo, o cercas da tua benevolência.”

O salmista está em crise com a igreja. Uma coisa interessante, porque, ao ler os Salmos, a gente lê sobre os inimigos, os perseguidores etc... Mas, nem sempre se dá conta de que Davi está falando sobre a igreja, está falando sobre o povo de Deus. Ele não está falando das nações inimigas. Ele não está falando das nações pagãs.

Ele está falando dos adversários dentro do próprio povo de Deus. Gente que, como ele, deveria estar louvando ao Senhor, deveria estar buscando a face do Senhor, deveria estar adorando ao Senhor. Mas, ao invés, estão atacando Davi.

Foi o caso de Saul, o primeiro rei de Israel, escolhido pelo povo e ungido pelo sacerdote-profeta Samuel. O Senhor falava com ele. Ele chegou a profetizar. Teve experiências com Deus e depois se tornou um terror. E Davi foi um dos alvos desse terror que o Saul se tornou.

Então, com exceções, muitas das orações de Davi, senão a maioria, que são os Salmos, se referem a lutas que ele enfrentava na vida e dentro de Israel. Com gente de Deus, em tese. Gente do povo escolhido; circuncidada; que ia ao templo; que oferecia os holocaustos; que conhecia a Lei de Deus, a Torá... Gente de Deus.

Essa é uma batalha para a qual a gente não está preparado, e nem sabe se o deveria, que é o fato de que, no meio do povo de Deus, a gente pode se decepcionar.

É gente que está no templo, no caso dele, no tabernáculo; que vai com ele no mesmo lugar, leva o holocausto como ele, do mesmo jeito. Mas, o está perseguindo, atacando, julgando, prejudicando.

Ele, entretanto, faz uma separação dentro da própria comunidade da fé. Ele diz que há os que buscam abrigo no Senhor, os que se deixam defender pelo Senhor, os que amam ao Senhor, os que encontram felicidade só no Senhor, os que obedecem ao Senhor.

Davi está em luta com gente de casa. E é aquela angústia: como é que gente de dentro de casa faz isso? Pois é, este é o ponto.

Estamos, dentro da própria casa, num ambiente difícil; tem gente que se entende nossa, mas, que, na verdade, não se converteu; e há quem se converteu, mas caiu da graça. E tem o que está passando por um momento difícil na vida. E quem se deixou aprisionar por Satanás, porque teve alguma crise e não confiou em Deus, então aceitou ofertas malignas, e depois, por causa disso, o maligno passou a ter uma influência sobre a vida dessas pessoas, que elas não conseguem dimensionar.

E há os que se apoderaram de Deus, como se o pudessem, e se tornam a medida da verdade, e, em nome de Deus, matam aos irmãos, julgando estar fazendo a vontade de Deus. O Deus que não é mais o revelado nas Sagradas Escrituras, mas o Deus projetado pela maldade do falso adorador.

Nós estamos num ambiente espiritual. O ambiente espiritual é muito delicado. A gente não tem uma ideia dos processos que acontecem no mundo espiritual, à nossa volta!

Não temos ideia de como as pessoas estão sendo afetadas pela realidade espiritual; de como estão sendo tentadas e caindo ou não em tentação; de como estão a dar, ou não, ouvidos à voz do inimigo.

A gente não sabe, e não precisa saber! Nós não temos autoridade para julgar ninguém. Precisamos é saber que essas coisas vão acontecer.

Gente de casa vai se revoltar contra o Senhor e vai quebrar as Leis do Senhor.

Gente de casa vai romper com o Senhor, mas, vai continuar em casa. Vai continuar nas instituições, vai continuar no ambiente. Inclusive, gente que rompeu com o Senhor pode ser pastor, pode ser presbítero.

Nós não temos um ambiente só espiritual, temos, também, um ambiente formal.

Num ambiente formal você tem estatutos, liturgias, você tem maneiras de assumir poder, de assumir controle, etc... Sem que seja a vontade de Deus. E aí, de repente, você tem um cara mau como rei. Foi ordenado em função de Deus, mas rompeu com o Senhor. Como foi com Saul.

Gente há que vai para a reunião de culto, mas não cultua Deus. Tem só religião, mas não tem fé. Tem religião, mas não tem mais o temor de Deus, não tem mais respeito por Deus, e muito menos pelo ser humano.

Gente que, de alguma maneira, na luta por achar a sua própria história, o seu próprio caminho, rompeu com Deus. Isso não é uma coisa difícil de acontecer, porque a vida é como um teste constante. E nem sempre a gente passa no teste.

Gente que, ontem, estava adorando ao Senhor, hoje está cheio de dúvidas.

Se Deus cuida de mim por que está acontecendo isso comigo, ou com a minha casa, ou com a minha família, ou com a minha situação? Quando uma pessoa fica cheia dessas dúvidas, pode dar ouvidos a um bocado de vozes, que vão lhe dizer: ache o seu esquema, ache o seu jeito de resolver o seu problema, porque Deus não o resolveu. Ela, talvez, não confesse isso, explicitamente, mas fará o sugerido.

O que fazer diante disso? Davi pede a Deus que julgue, mas, também, pede aos fiéis que não desanimem, que não caiam na esparrela de usar das mesmas armas que os em crise, que continuem a louvar e a confiar no Senhor, a se manter em comunhão, para, continuamente, desfrutarem do aconchego do Senhor.

Em outras palavras, pede, aos fiéis, que não permitam que a infidelidade dos demais roube a sua alegria no Senhor, ou a vida comunitária, assim como a vida devocional, onde o fiel se deixa abrigar pelo Senhor.

Porque, no final das contas, os infiéis não estão, diretamente, pecando contra os fiéis, eles estão pecando contra Deus. Os fiéis estão, no dizer de Paulo, sofrendo o que resta dos sofrimentos do Cristo pela Igreja (Cl 1.24).

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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Apoc 5... Em outras palavras!


Ariovaldo Ramos

E vi na destra do que estava assentado sobre o trono um livro escrito por dentro e por fora, selado com sete selos. E vi um anjo forte, bradando com grande voz: Quem é digno de abrir o livro e de desatar os seus selos? E ninguém no céu, nem na terra, nem debaixo da terra, podia abrir o livro, nem olhar para ele. E eu chorava muito, porque ninguém fora achado digno de abrir o livro, nem de o ler, nem de olhar para ele. E disse-me um dos anciãos: Não chores; eis aqui o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, que venceu para abrir o livro e desatar os seus sete selos.
E olhei, e eis que estava no meio do trono e dos quatro animais viventes e entre os anciãos um Cordeiro, como havendo sido morto, e tinha sete pontas e sete olhos, que são os sete Espíritos de Deus enviados a toda a terra. E veio e tomou o livro da destra do que estava assentado no trono. E, havendo tomado o livro, os quatro animais e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo todos eles harpas e salvas de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos. E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir os seus selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda tribo, e língua, e povo, e nação; e para o nosso Deus os fizeste reis e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra. E olhei e ouvi a voz de muitos anjos ao redor do trono, e dos animais, e dos anciãos; e era o número deles milhões de milhões e milhares de milhares, que com grande voz diziam: Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graças. E ouvi a toda criatura que está no céu, e na terra, e debaixo da terra, e que está no mar, e a todas as coisas que neles há, dizer: Ao que está assentado sobre o trono e ao Cordeiro sejam dadas ações de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre. E os quatro animais diziam: Amém! E os vinte e quatro anciãos prostraram-se e adoraram ao que vive para todo o sempre.

Em Outras Palavras...

Vi, na mão direita do que estava assentado no trono, o livro da redenção do Universo, escrito por dentro e por fora, e de todo selado com sete selos.

Vi, também, um anjo forte, fazendo a pergunta crucial para a libertação de todo universo, porque, graças à rebelião humana, a existência de tudo e de todos, inclusive a dos anjos, estava comprometida; caso o livro não fosse aberto; e ele proclamava em grande voz: Quem é digno de abrir o livro e de lhe desatar os selos?

A resposta que ele obteve é de que não havia ninguém, nem no céu, nem na terra, nem debaixo da terra, que pudesse abrir o livro, nem olhar para ele.

E eu chorava muito, porque: nem no céu, nem na terra e nem debaixo da terra (e que outro lugar há além destes?) ninguém fora achado digno de abrir o livro, nem de o ler, nem de olhar para ele. E eu sabia que nós tínhamos feito isso!

Então, em meio ao meu choro, apontando para uma direção, disse-me um dos anciãos, dos que velam pela justiça do Deus: Não chores; eis aqui o Leão da tribo de Judá, a raiz de Davi, que venceu para abrir o livro e desatar os seus sete selos. Falava de alguém, que pelo visto, saíra, e eu saberia de onde, com o objetivo claro de participar de uma luta, que, vencida, lhe daria o direito de desatar os selos e abrir o livro. Que, portanto, saíra da posição que ocupava para, exclusivamente, conquistar o direito de redimir a toda a criação, e que o conseguira. Saiu para vencer e venceu!sabia

E olhei, e eis que estava no meio do trono e dos quatro seres viventes e entre os anciãos um Cordeiro, com as marcas de um cordeiro que tinha sido sacrificado, era perfeitamente poderoso e perfeitamente sabedor de tudo o que acontece em toda a terra, mas, era um cordeiro, e o ancião me tinha falado de um leão, que, embora, da tribo de Judá e raiz de Davi, não podia ser do céu, nem da terra, nem de debaixo da terra; e além disso, só há o Deus, que é em quem todo lugar está, inclusive o céu; restava saber se o Cordeiro era o mesmo ser de que me falara o ancião. E eu só o saberia se ele pudesse tomar o livro e abrir-lhe os selos.

E veio, e sem maiores apresentações, tomou o livro da destra do que estava assentado no trono, que fica em lugar de luz inacessível, onde só o Deus pode e resiste entrar. Ele só podia ser alguém que fizesse parte do Deus! E eu fiquei a esperar pela reação dos demais.

E, havendo tomado o livro, os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo todos eles harpas e salvas cheias de incenso, que são as orações dos santos, as orações por nossa libertação espiritual, e na história, que, esperávamos, fossem ouvidas, pois, estávamos sob severa perseguição.

E começaram um culto, cantando um novo cântico para ele, que dizia: Digno és de tomar o livro e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda a tribo, e língua, e povo, e nação.

E para o nosso Deus os fizeste reis e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra.

Então, percebi que se tratava da mesma pessoa, que o leão do ancião era o cordeiro dos humanos, de modo que me dei conta de que eles viam o ancião, mas nós, da terra, só víamos o cordeiro, que foi sacrificado, e que ele é quem deveria ser o nosso padrão de identidade e de forma de viver. Vi, também, que mesmo para os do céu, a figura do cordeiro se impunha, pois o seu sacrifício é que lhe dava a autoridade de libertar espiritual e historicamente a toda a criação. E que nossas orações estavam liberadas, nós íamos mudar a história, e, por meio de nossas orações reinaríamos sobre a terra, e a história humana, então, passaria a ser contada a partir de nós, se tão somente orássemos como sacerdotes de toda a criação, pela libertação desta.

E olhei, e ouvi a voz de bilhões de anjos, e dos seres viventes ao redor do trono, que, também, vieram prestar culto e, com grande voz, diziam: Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e poder para todo o sempre.

Lembrei-me de que, quando o Cordeiro esteve entre nós, ele teve se deparar com um anjo caído que disse que tudo era dele, e o era, porque nós, seres humanos, havíamos entregue a ele o que era nosso, mas, agora, aquele que pôde tomar o livro, ouvia dos anjos, que tinham expulsado o anjo caído, que ele era digno de ter tudo o que o anjo caído havia tido como seu, o que indicava que, no Cordeiro, vencemos, e que a guerra entre os anjos estava retomada, os anjos fiéis lutariam ao nosso lado, pela retomada do que voltou a ser nosso, graças à vitória do Cordeiro, nosso libertador, verdadeiramente Deus, mas, também, verdadeiramente, homem.

E, finalmente, ouvi toda a criatura que está no céu, e na terra, e debaixo da terra, e que está no mar, e a todas as coisas que neles há, dizer: Ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro, sejam dadas ações de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre.

Todas as vozes, no céu, e na terra, e debaixo da terra estavam unidas, e estavam capitaneadas por nós, no louvor ao Deus do Universo; porque só nós falamos àquele que está assentado sobre o trono, porque só a nossa voz é ouvida no Santo dos Santos. O silêncio no lugar santíssimo, fora quebrado, nós estávamos de volta, voltamos a prestar e a ter o nosso culto aceito pelo Deus do Universo. Nós estávamos de volta ao estado de adoração!

E os quatro seres viventes, que velam pela honra do Deus do Universo, diziam: Amém. E os vinte e quatro anciãos prostraram-se, e adoraram ao que vive para todo o sempre.

Que assim seja, que nos mantenhamos sempre em estado de adoração, capitaneando, pela graça, administrada pelo Espírito Santo, a todas as criaturas no louvor que é devido ao que está assentado no trono e ao cordeiro!

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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Em outras Palavras Sl 84

Salmo 84

Ao mestre de canto, segundo a melodia Os lagares. 

Salmo dos filhos de Corá 

Quão amáveis são os teus tabernáculos, SENHOR dos Exércitos! 

A minha alma suspira e desfalece pelos átrios do SENHOR; o meu coração e a minha carne exultam pelo Deus vivo! 

O pardal encontrou casa, e a andorinha, ninho para si, onde acolha os seus filhotes; eu, os teus altares, SENHOR dos Exércitos, Rei meu e Deus meu!

Bem-aventurados os que habitam em tua casa; louvam-te perpetuamente.

Bem-aventurado o homem cuja força está em ti, em cujo coração se encontram os caminhos aplanados, o qual, passando pelo vale árido, faz dele um manancial; de bênçãos o cobre a primeira chuva.

Vão indo de força em força; cada um deles aparece diante de Deus em Sião.

SENHOR, Deus dos Exércitos, escuta-me a oração; presta ouvidos, ó Deus de Jacó!

Olha, ó Deus, escudo nosso, e contempla o rosto do teu ungido.

Pois um dia nos teus átrios vale mais que mil; prefiro estar à porta da casa do meu Deus, a permanecer nas tendas da perversidade.

Porque o SENHOR Deus é sol e escudo; o SENHOR dá graça e glória; nenhum bem sonega aos que andam retamente.

Ó SENHOR dos Exércitos, feliz o homem que em ti confia.

Em outras palavras...

Quão amáveis são aqueles em quem o Senhor habita, Senhor dos exércitos

A minha alma suspira e desfalece pela palavra que ouço desses por quem falas, palavras que me fazem desejar o Deus vivo, com todas as minhas forças.

O pardal encontrou casa e a andorinha, ninho para si, onde acolha os seus filhotes, e eu encontrei esses que vivem para adorar-te e para ti provocar louvor, para depositar minha confiança e abrigar a minha família.

Felizes os que vivem nessa comunidade em que vives, donde falas, e onde és adorado. Essa gente que o tempo todo te louva!

Feliz é o ser humano cuja força é, está e vem de ti, que está em paz contigo, pois pelos caminhos de seu coração só transita a tua vontade e os teus sentimentos.

Essa gente transforma a realidade em que vive, essa gente faz bem à humanidade, leva vida para a realidade da aridez. Essa gente faz chover vida sobre a sequidão.

Embora, vivam, plenamente, a comunidade, cada um tem profunda comunhão contigo, o que, aliás, sustenta a vida comunitária.

Ó Deus, que lideras este exército, e que transformas, como transformaste Jacó, ouve a minha oração.
Ó Deus, protetor dessa comunidade, contempla o rosto deste que, também, está sob essa mesma unção.
Permita-me estar sempre com essa comunidade.
Um dia com esse povo tem tal intensidade de vida, que vale mais do que mil dias em qualquer outro ajuntamento de seres humanos, em que habita natureza contrária à tua, por melhor que seja a convivência.

Porque o Senhor ilumina, aquece e protege, concede o teu favor e dá senso de realização, nada sonegas aos que vivem sob tua orientação e favor.

Senhor desse exército, feliz o ser humano que depende de ti!

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sábado, 9 de fevereiro de 2013

Perdão


Ariovaldo Ramos

Cl 3:13
Suportai- vos uns aos outros, perdoai- vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós;

a ordem é ser suporte para o outro.

se a gente tem algo contra o outro, a gente, simplesmente, perdoa.

a gente perdoa porque foi perdoado.

a gente nao tenta saber porque o outro fez o que fez.

a gente, apenas, perdoa.

buscar as razoes da falta de alguém, mais envenena a alma do que esclarece a situação.

dessa forma, perdoar, para nós, cristãos, está mais para "por uma pedra no assunto" do que para "vamos discutir a relação".

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