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domingo, 3 de fevereiro de 2013

O Nome


Ariovaldo Ramos

Portanto , vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá-nos hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém!

O nome, por definição, individualiza por identificar e tornar um ser exclusivo e único, entre os seus pares.

O nome, por identificar e tornar exclusivo, também circunscreve e limita, deixando claro que se está diante de um ser que tem extensão mensurável, o que, se, de um lado, lhe garante espaço, de outro lado, o delimita, impedindo-o de tomar mais do que o espaço que lhe cabe.

E esse é o ponto: só quem tem par, quem tem semelhante, quem tem de dividir espaço com outro, e quem, portanto, necessita de delimitação, para ter garantido o seu espaço, é quem precisa, para poder ser distinto, de um nome.

Quando Moisés perguntou, aO DEUS, qual o nome pelo qual ele era conhecido, revelando o seu nível de ignorância, quanto a QUEM o seu povo invocava, o DEUS lhe disse: EU SOU O QUE SOU! (Ex 3.13-15)

SER O QUE É, não é um nome, porque, ao invés de limitar, expande e toma todo o espaço.

O DEUS tem um nome que não particulariza e que não define, por que O DEUS não tem par, a TRINDADE é única e não cabe em um nome. O DEUS não pode ser contido.

O DEUS, então, esclarece a Moisés, de que, para sempre, será conhecido como o que se relaciona com os homens, a começar pelos patriarcas: Abraão, Isaque e Jacó.

Meditação: O "nome não nome" dA TRINDADE, o único DEUS, declara que O DEUS é todo abrangente, infinito, incontível, incomparável e inigualável. A TRINDADE não pode ser invocada como se fosse um deus entre outros.

Oração: Ó Senhor, tu que és O SER que É, em quem está e é sustentado todo o Universo, aceite, por graça, a adoração que este humilde e circunscrito ser, que em ti existe e de ti subsiste, oferece a TI, dirigindo-me ao PAI, por meio do sacrifício do FILHO, sob o ESPÍRITO SANTO, amém!

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sábado, 2 de fevereiro de 2013

A Missão Esquecida

Ariovaldo Ramos

A gente sabe que tem de pregar o evangelho a toda a criatura. Essa é a missão requerida. 

A gente não pode obrigar ninguém a se converter, mas deve falar para todo mundo; quem crer será salvo (Mc 16.15,16). 

Deus não vai nos cobrar o número de gente que se converteu, mas, possivelmente, nos cobrará o quanto pregamos. 

Essa missão a gente conhece, e, de um jeito ou de outro, nós a temos feito. A gente sabe como fazê-la e como constatar se a temos feito o não.

Porém, há uma missão que também deve ser feita e que, também, tem uma maneira de medir se a estamos ou não fazendo.

Nós temos nos de esquecido de fazer essa missão, pelo menos, com a intensidade pedida.

Essa missão, como a outra, foi ordenada por Jesus Cristo.

Vamos começar pelo jeito de saber se a missão está sendo cumprida.

Na primeira missão, o jeito de saber era e é geográfico. Jesus disse: Pelo poder do Espírito Santo, vocês vão me anunciar em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra (At 1.8).

E disse mais: essas boas notícias, de que Deus está vindo para assumir o governo sobre tudo e sobre todos, será anunciada em todo o mundo e, então, virá o fim (Mt 24.14).

Como se pode ver, essa missão é medida geograficamente, a gente sabe se a cumpriu ou não, na medida em que vê quantos povos e quais territórios foram cobertos, e quantos faltam. Então, é uma questão de contar.

Na missão esquecida é uma questão de ouvir.

Ouvir o que? Ora, o que... Glórias e aleluias.

Jesus disse que era para a gente levar todo mundo a glorificar o Pai Celestial: está lá, na última parte de Mateus 5.16.

Como se pode ver, Jesus quer todo mundo dando glórias ao Pai.

E como fazer para que as pessoas venham a dar "os glórias"?

Jesus dá a receita: para que eles falem, eles têm de ver. E o que temos de mostrar-lhes são as nossas boas obras.

Jesus disse que nossas boas obras são os frutos da luz que em nós há.

Sabe, o senhor disse que nós somos a “luz” do mundo; e que são as nossas boas obras que demonstrariam isto.

Pelas boas obras iluminamos o mundo; pelas boas obras demonstramos o jeito como gente deve viver.

A missão esquecida é, também, caminho para a missão requerida.

Quando a gente os ajuda a resolver o problema da fome, a resolver o problema da nudez.

Quando a gente ajuda as pessoas a terem reconhecidos os seus direitos.

Quando a gente os visita e os ajuda a resolver o problema da saúde pública.

Quando a gente se importa com eles e os ajuda a resolver o problema do sistema carcerário.

Quando a gente os ajuda a ler e escrever.

Quando a gente tira as crianças da rua e de todo o tipo de exploração.

Quando a gente luta por moradias dignas, transporte eficiente e barato, e trabalho dignamente remunerado para todos.

Quando a gente luta por bom e gratuito ensino público para todos.

Quando a gente luta por uma economia solidária e por uma cidade humanizada, onde haja espaço para todos.

Quando a gente luta por uma distribuição de terra que mantenha o trabalhador rural no campo, a gente começa a despertar, nas pessoas, gratidão. E elas saberão que é a Deus que essa gratidão deve ser dirigida.

Na medida em que vamos fazendo as boas obras, falamos do amor da Trindade, o qual nos empurra para fazer o que estamos fazendo.

E nós ouviremos “os glórias” que demonstrarão que nossa missão está sendo cumprida.

Além disso, as nossas boas obras provocarão neles a pergunta: Como eles podem ser assim? E, quem sabe, uma pergunta melhor ainda: como nós podemos, também, ser assim”?

É isso!

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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

excelente deve ser o caminho!


ariovaldo ramos



I Coríntios Capítulo : 13
1 Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine.
2 E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
3 E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
4 O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece,
5 não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal;
6 não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade;
7 tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
8 O amor jamais acaba; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
9 porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos;
10 mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado.
11 Quando eu era menino, pensava como menino; mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
12 Porque agora vemos como por espelho, em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, como também sou plenamente conhecido.
13 Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor.




a gente deve buscar os melhores dons, mas o melhor mesmo é buscar o caminho mais excelente:

ainda que qualquer um de nós tivesse o possibilidade de dizer qualquer coisa em qualquer língua, inclusive a dos anjos, se não o falasse por amor a quem ouve, seria apenas uma pessoa a fazer barulho.

ainda que alguém tivesse a capacidade de saber tudo de tudo, ou tivesse fé para realizar tudo o que fosse preciso, se não o fosse por amor ao Criador e à criatura, isso não geraria nada!

e se tivesse o dom de contribuir, e sacrificasse a tudo, até a si mesmo, e não o fizesse por amor ao Criador e à criatura, isso não daria significado nenhum à sua vida!

da perspectiva divina, não adianta nada alguém poder tanto e não conseguir ser paciente e bondoso para com as pessoas!

não adianta ter tanto dom, se não for para que as pessoas sejam emancipadas, ao invés de ficarem sempre dependentes da gente!

os dons devem ser usados para comunicar o amor que vem de Deus, não para o orgulho e a vaidade da gente!

quando a gente usa os dons para demonstrar o amor que vem do criador:

- a gente é educado e respeitoso, e não quer recompensa pessoal;

- a gente não quer tratamento especial e nem fica chateado com as pessoas ou descontando o que acha que sofreu.

- a gente não se alegra, nāo se acomoda ao erro, os dons são para levar as pessoas e a sociedade para uma vida digna.

- a gente não desiste diante das dificuldades, a gente mantém a fé e a paciência, principalmente, diante da imaturidade humana.

não importa quanto tempo demore, quando a gente é movido pelo amor a Deus e ao próximo, a gente não esmorece.

ainda que seja do mistério que vem de Deus,  e mesmo que a gente o comunique de forma extraordinária, a gente sabe que o que fala é finito.

tudo o que se pode saber é finito, e o que se pode profetizar também o é.

porque a gente está aguardando o que é completo. 

hoje, é como quando a gente era menino, só dava para falar como menino, aí a gente cresce e passa a falar com outras categorias.

não dá para ficar exigindo perfeição, hoje tudo é em parte.

hoje, tudo é assim, marcado pela nossa queda, mas o absolutamente pleno de acerto, de verdade e de beleza, virá!

e a gente vai saber de tudo que for para saber, como, hoje, Deus sabe tudo de nós.

hoje, a gente deve cultivar a fé, e se sustentar na esperança, e amar.

e dessas três, o que a gente deve procurar fazer mais, é amar!

fazer tudo por amor a todos é o mais excelente jeito de viver!







quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Uma Pastoral para a Decepção!

Ariovaldo Ramos



Quando, na década de 80, a teologia da prosperidade chegou ao Brasil, ela veio como uma nova tese sobre a fé, prometia o céu aqui para o que tivesse certo tipo de fé. As promessas eram as mais mirabolantes: garantia de saúde a toda prova, riqueza, carros maravilhosos, salários altíssimos, posições de liderança, prosperidade ampla, geral e irrestrita.

Lembro-me de, nessa época, ter ouvido de um ferrenho seguidor dessa teologia que, quem tivesse fé poderia, inclusive, negociar com Deus a data de sua morte, afirmava que, na nova condição de fé, em que se encontrava, Deus teria de negociar com ele a data de sua partida para mundo dos que aguardam a ressurreição do corpo.

Estamos, há mais de vinte anos convivendo com isso, talvez, por isso, a grande pergunta sobre essa teologia seja: Como têm conseguido permanecer por tanto tempo? A tentação é responder a questão com uma sonora declaração sobre a veracidade desta proposição, ou seja, permanece porque é verdade, quem tem fé tem tudo isso e muito mais. Entretanto, quando se faz uma pesquisa, por mais elementar, o que se constata é que as promessas da teologia da prosperidade não se cumpriram, e, de fato, nem o poderiam, quando as regras da exegese e da hermenêutica são respeitadas, percebe-se: não há respaldo bíblico. Então qual a razão para essa longevidade?

Em primeiro lugar, a vida longa se sustenta pela criatividade, os pregadores dessa mensagem estão sempre se reinventando, vivem de promover espetáculos ás custas da boa fé do povo. Mesmo os mais discretos estão sempre expondo o povo, em alguns casos, quando mais simplório melhor, em outros, quanto mais bonita, e note-se o feminino, melhor.

Além disso, é uma sucessão de invencionices: um dia é passar pela porta x, outro é tocar a trombeta y, ou empunhar a espada z, ou cobrir-se do manto x, e, por aí vai. Isso sem contar o sem número de amuletos ungidos, de águas fluidificadas e de bênçãos especiais. Suas igrejas são verdadeiros movimentos de massa, dirigidos por “pop stars” que tornam amadores os mais respeitados animadores de auditório da TV brasileira.

Em segundo lugar, a vida longa se mantém pela penitência; os pregadores dessa panacéia descobriram que o povo gosta de pagar pelos benefícios que recebe, algo como “não dever nada a ninguém”, fruto da cultura de penitência amplamente disseminada na igreja romana medieval, aliás, grande causadora da reforma protestante. Tudo nessas igrejas é pago. Ainda que cada movimento financeiro seja chamado de oferta, trata-se, na prática, de pagamento pela benção.

Deus foi transformado num gordo e avaro banqueiro que está pronto a repartir as suas benesses para quem pagar bem, assim, o fiel é aquele que paga e o faz pela fé; a oferta, nessas comunidades, é a única prova de fé que alguém pode apresentar.

Na idade média, como até hoje, entre os romanos, Deus podia ser pago com sacrifícios, tais como: carregar a cruz por um longo caminho num arremedo da via “crucis”, ou subir de joelhos um número absurdo de degraus, ou, em último caso, acender uma velinha qualquer, não é preciso dizer que a maioria escolhe a vela. Mas, isso é no romanismo!

Quem quer prosperidade, cura, promoções, carrões e outros beneplácitos similares tem de pagar em moeda corrente, afinal, dinheiro chama dinheiro, diz a crença popular. E tem de pagar antes de receber e, se não receber não pode reclamar, porque esse deus sabe o que faz e, se não liberou a bênção é porque não recebeu o suficiente ou não encontrou a fé meritória. Esses pregadores têm o consumidor ideal.

Em terceiro lugar são longevos porque justificam o pior do capitalismo, embora, segundo Weber, o capitalismo seja fruto da ética protestante, (aliás, a bem da verdade é preciso que se diga que o capitalismo descrito por Max Weber em seu livro “A ética protestante e o espírito do capitalismo” não é, nem de longe, o praticado hoje, que se sustenta no consumismo, enquanto aquele se erguia da poupança.); a fé cristã, de modo geral, não se dá bem com a busca pela riqueza como objetivo em si.

A chegada, porém, dessa teologia mudou o quadro, o pior do capital está, finalmente, justificado, foi promovido de grilhão que manieta a fé em troféu da mesma. Antes, o que se assenhoreava do capital tornava-se o avaro acumulador egoísta, agora, nessa tese, é o protótipo do ser humano de fé. Antes, o que corria atrás dos bens materiais era um mundano, hoje, para esses palradores, é o que busca o cumprimento das promessas celestiais.

Juntamente com o capitalismo, essa mensagem justifica o individualismo, a bênção é para o que tem fé, ela é inalienável e intransferível. Eu soube de uma igreja dessas que, num rasgo de coerência, proibiu qualquer socorro social na comunidade para não premiar os que não tem fé. Assim, quem tem fé tem tudo quem não tem fé não tem nada.

Antes, ter fé em Cristo colocava o sujeito na estrada da solidariedade, hoje, nesse tipo de pregação, o coloca no barranco da arrogância. Toda “esperteza” está justificada e incentivada. Não é de estranhar que ética seja um artigo em falta na vida e no “shopping center” de fé desses “ministros”.

Mas, o que isso tudo tem gerado, de verdade? Decepção, fragorosa decepção é tudo o que está sobrando no frigir dos ovos. As bênçãos mirabolantes não vieram porque Deus nunca as prometeu, e Deus não pode ser manipulado. O sucesso e a riqueza que, porventura, vieram foram mais fruto de manobras “espertalhonas”, para dizer o mínimo, do que resultado de fé.

Aliás, para muitos foi ficando claro que o que chamavam de fé, nada mais era do que a ganância que cega; o antigo conto do vigário foi substituído pelo conto do pastor. Gente houve que ficou doente, mas, escondeu; perdeu o emprego, mas, mentiu; acreditou ter recebido a cura, encerrou o tratamento médico e morreu. Um bocado de gente tentando salvar as aparências, tentando defender os seus lideres de suas próprias mentiras e deslizes éticos e morais; um mundo marcado pela esquizofrenia.

O individualismo acabou por gerar frieza, solidão e, principalmente, perda de identidade, porque a gente só se torna em comunidade.

Tudo isso acontecendo enquanto muitos fiéis observavam o contraste entre si e seus pastores, eles sendo alcançados pela perda de bens, pela angústia de uma fé inoperante, pela perda de entes queridos que julgavam absolutamente curados, e os pastores se enriquecendo, melhorando sensivelmente o padrão de vida, adquirindo patrimônio digno de nota, sendo contados entre o “jet set”, virando artistas de TV, tudo em nome de um evangelho que diziam ter de ser pregado, e que as suas novas e portentosas posses avalizavam.

E onde estão estes decepcionados? E para onde estão indo os seus pares? Muitos estão, literalmente, por aí, perderam aquela fé, mas não acharam a que os apóstolos e profetas da escritura judaico-cristã anunciaram; ouviram o nome Cristo, mas não o encontraram e pararam de procurar. Talvez, estejam perdidos para evangelho; para sempre.

Outros, no meio de tudo isso, foram achados por Cristo, e estão procurando pelo lugar onde ele se encontra. Para os primeiros não há muito que fazer a não ser interceder diante do Eterno, para que se apiede dos que foram vergonhosamente enganados; para os que estão a procura, entretanto, é preciso desenvolver uma pastoral.

Eles não estão chegando como chegam os que estão em processo de reconhecimento de Deus e do seu Cristo. Estão batendo às portas das comunidades, que julgam sérias com a Bíblia, à procura de cura para a sua fé, para a sua forma de ser crente, para a sua esperança de salvação, para a sua falta de comunidade e para a sua confusão doutrinária.

Precisam, finalmente, ver a Jesus Cristo e a si mesmos; precisam, em meio a tanta desinformação encontrar o ensino, em meio a tanto engano recuperar a esperança. Necessitam de comunidade e de identidade, de abraço e de paciência, de paz e de alento, de fraternidade e de exemplo, de doutrina e de vida abundante.

Quem quer que há de recebê-los terá de preparar-se para tanto, mesmo porque, ainda que certos da confusão a que foram expostos, a cultura que trazem é a única que têm, e nos momentos de crise, de qualquer natureza, será a partir desta que reagirão, até que o discipulado bíblico construa, com o tempo, uma nova e saudável cultura. 

Hoje, para além de tudo o que encerra a sua missão, a Igreja tem de corrigir os erros que, em seu nome, e, em muitos casos, sob a sua silenciosa conivência, foram e, ainda, estão sendo cometidos.