"Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar... Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz... E isto vos servirá de sinal: encontrareis uma criança envolta em faixas e deitada em manjedoura... E disse (Jesus): Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus." Gn 3.15; Is 9.6; Lc 2.12; Mt 18.3
Criança! Está no centro da Bíblia!
No jardim, a Trindade nos prometeu a Criança!
O antigo testamento conta com o Deus formou e conduziu um povo para que a Criança, nascendo de mulher, pelo poder do Altíssimo, fosse trazida para a história, a fim de abençoar a humanidade.
O novo testamento conta como a Trindade formou e conduz o povo que leva a Criança, a toda a humanidade, para abençoar a nossa história, para que a nossa história termine em salvação.
E a Criança, que cresceu em graça e sabedoria, diante de Deus e dos homens, portanto, sem perder a "criancitude", disse que quem quiser viver sob o reinado dos céus tem de se tornar criança.
Criança é a fase do ser humano onde o Pai é tudo, sabe de tudo, e pode tudo!
Criança confia no Pai, e não tem medo da vida, porque o Pai pode tudo!
Criança usa a sabedoria do Pai, e não tem medo do desconhecido, porque o Pai sabe tudo, de tudo!
Criança usa o discernimento do Pai, e sempre sabe o que é certo e o que é errado, porque o Pai discerne tudo!
Criança desfruta do sustento do Pai, e não tem medo do infortúnio, porque o Pai tem tudo.
Criança ama o Pai com tudo e acima de tudo!
Criança obedece o Pai em tudo!
Criança depende do Pai em tudo e para tudo!
Criança descansa no Pai!
Criança, nos braços do Pai, está salva!
Criança, nos braços do Pai, é segura!
Criança, nos braços do Pai, se gosta, porque se sente amada!
Criança, nos braços do Pai, é feliz!
O Deus Filho se fez criança para que todo o ser humano criança se deixe fazer.
O FIlho se fez criança para nos mostrar o Pai! O Pai que é tudo e, tudo, a nós, em nós, e, para nós, quer, e graças ao Filho, o pode ser.
A Igreja é a parte da humanidade que, por meio do Filho, foi adotada pelo Pai, e habitada pelo Espírito; recuperando, assim, a "criancitude".
A Igreja é a parte da humanidade que sabe, que ser adulto é ser criança que cresceu em graça e sabedoria, diante de Deus e dos homens.
A Igreja proclama: O Pai nos mandou o Filho, o Filho nos leva de novo ao Pai e o Espírito nos faz nascer de novo, e faz, de nós, filhos, nos faz crianças de novo, crianças como todo ser humano deveria ser.
A Igreja convida: vem ser criança com a gente!
A Bíblia é o livro, cujo centro é a Criança! A Bíblia é o livro da Criança, para que crianças voltemos a ser... E para sempre. A Bíblia é livro para criança!©ariovaldoramos
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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Natal
"Glória a Deus nas maiores alturas, paz na Terra e boa vontade entre os homens!"
Essa saudação angélica aos pastores, em Belém da Judéia, na madrugada em que nasceu Jesus de Nazaré, anunciava o cumprimento de várias profecias, e a consecução de uma promessa, o nascimento da criança prometida do jardim: o descendente da mulher, que esmagaria a cabeça do serpente, signo do adversário de nossas almas, fomentador da confusão que inviabiliza qualquer relacionamento, seja com o Deus, seja consigo mesmo, seja com o próximo.
O Deus Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo), através do Filho, de quem a criança da manjedoura, nascida sob a sombra da cruz, e à luz da ressurreição, é a encarnação, oferecia a sua própria vida para que houvesse paz.
Nesse gesto, ao satisfazer o princípio de justiça, que permite o sustento do Universo, a Trindade eterna semeava o princípio da graça, o princípio do favor imerecido, que permite o perdão.
A Trindade eterna pode perdoar-nos por nossas ofensas. Perdoados, nos reencontramos com o Eterno, e, assim, conosco, pois a identidade de cada um de nós estava nos aguardando em Deus, e fica desvendada a razão de nossa existência: comungar com a Divindade Trina. E, conscientes e movidos pela graça, podemos oferecer ao outro o perdão, que é a condição para a paz, e a semeadura da justiça.
É Natal, Jesus nasceu! O Deus veio ao nosso encontro para que possamos nos achar na existência, e, então, encontrar o outro na vida, que, necessariamente, deve ser compartilhada entre todos, para que a dignidade, que impõe a satisfação das condições necessárias para um viver com a melhor qualidade, seja um bem universal.
Feliz Natal!
©ariovaldo.ramos
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Essa saudação angélica aos pastores, em Belém da Judéia, na madrugada em que nasceu Jesus de Nazaré, anunciava o cumprimento de várias profecias, e a consecução de uma promessa, o nascimento da criança prometida do jardim: o descendente da mulher, que esmagaria a cabeça do serpente, signo do adversário de nossas almas, fomentador da confusão que inviabiliza qualquer relacionamento, seja com o Deus, seja consigo mesmo, seja com o próximo.
O Deus Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo), através do Filho, de quem a criança da manjedoura, nascida sob a sombra da cruz, e à luz da ressurreição, é a encarnação, oferecia a sua própria vida para que houvesse paz.
Nesse gesto, ao satisfazer o princípio de justiça, que permite o sustento do Universo, a Trindade eterna semeava o princípio da graça, o princípio do favor imerecido, que permite o perdão.
A Trindade eterna pode perdoar-nos por nossas ofensas. Perdoados, nos reencontramos com o Eterno, e, assim, conosco, pois a identidade de cada um de nós estava nos aguardando em Deus, e fica desvendada a razão de nossa existência: comungar com a Divindade Trina. E, conscientes e movidos pela graça, podemos oferecer ao outro o perdão, que é a condição para a paz, e a semeadura da justiça.
É Natal, Jesus nasceu! O Deus veio ao nosso encontro para que possamos nos achar na existência, e, então, encontrar o outro na vida, que, necessariamente, deve ser compartilhada entre todos, para que a dignidade, que impõe a satisfação das condições necessárias para um viver com a melhor qualidade, seja um bem universal.
Feliz Natal!
©ariovaldo.ramos
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terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Bem do Ser Humano
Marcos 2:27
Jesus acrescentou: O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado;
O contexto:
Os discípulos estavam com fome, e era sábado.
Jesus; os discípulos; e o cortejo atravessavam uma plantação.
Os discípulos começaram a colher espigas para comer.
Os fariseus advertiram-no sobre o pecado: os seus alunos não estavam guardando o sábado.
Jesus disse que Davi fizera o mesmo no passado, em relação aos pães que só os sacerdotes podiam comer, e que, portanto, colher para comer, em estado de emergência, não violava o sábado. Colher para acumular, violava, para se alimentar, não.
A lei, como a graça, é para a glória da TRINDADE.
Jesus disse que o sábado foi estabelecido pensando no bem do ser humano, para que este, tanto alcance, como realize o bem.
Guardar o sábado é desfrutar o bem que vem da graça e promover o bem, que, graças à graça, se tornou possível a nós.
O Deus é glorificado quando o ser humano desfruta, realiza e atinge o bem, para o quê foi criado.
Ao dizer que o sábado é para o homem, Jesus estabeleceu o padrão para tudo.
Qualquer movimento ou conhecimento, que não promova, ou que näo leve ao bem, está disfuncional.
As implicações:
A medicina é para o ser humano se cuidar bem, e ser bem cuidado.
A pedagogia é para o ser humano aprender bem, o bem.
A engenharia é para que o ser humano produza o bem, para o planeta, para as demais criaturas e para si.
A teologia é para o ser humano crer bem, e crer para o bem.
A arte e a literatura é para o ser humano apreciar o bem.
A política, o direito, a economia e a administração são para que o bem seja para todos.
Todos os relacionamentos são para promover o bem do outro, como razão para o bem para si.
E o bem é o ser humano ser e viver como gente em quem o Deus pode se ver e pode ser visto.
Ser assim é ser gente que saiba que ter bem é ter de um jeito que todos o tenham.
Fica a dica!
Jesus acrescentou: O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado;
O contexto:
Os discípulos estavam com fome, e era sábado.
Jesus; os discípulos; e o cortejo atravessavam uma plantação.
Os discípulos começaram a colher espigas para comer.
Os fariseus advertiram-no sobre o pecado: os seus alunos não estavam guardando o sábado.
Jesus disse que Davi fizera o mesmo no passado, em relação aos pães que só os sacerdotes podiam comer, e que, portanto, colher para comer, em estado de emergência, não violava o sábado. Colher para acumular, violava, para se alimentar, não.
A lei, como a graça, é para a glória da TRINDADE.
Jesus disse que o sábado foi estabelecido pensando no bem do ser humano, para que este, tanto alcance, como realize o bem.
Guardar o sábado é desfrutar o bem que vem da graça e promover o bem, que, graças à graça, se tornou possível a nós.
O Deus é glorificado quando o ser humano desfruta, realiza e atinge o bem, para o quê foi criado.
Ao dizer que o sábado é para o homem, Jesus estabeleceu o padrão para tudo.
Qualquer movimento ou conhecimento, que não promova, ou que näo leve ao bem, está disfuncional.
As implicações:
A medicina é para o ser humano se cuidar bem, e ser bem cuidado.
A pedagogia é para o ser humano aprender bem, o bem.
A engenharia é para que o ser humano produza o bem, para o planeta, para as demais criaturas e para si.
A teologia é para o ser humano crer bem, e crer para o bem.
A arte e a literatura é para o ser humano apreciar o bem.
A política, o direito, a economia e a administração são para que o bem seja para todos.
Todos os relacionamentos são para promover o bem do outro, como razão para o bem para si.
E o bem é o ser humano ser e viver como gente em quem o Deus pode se ver e pode ser visto.
Ser assim é ser gente que saiba que ter bem é ter de um jeito que todos o tenham.
Fica a dica!
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
O Encontro
Quando Moisés parecia ter chegado a desacreditar de qualquer deus, Deus se manifesta a ele. Ele havia se tornado um egípcio, e membro da família imperial, portanto, cercado de deuses e tido como um deus, então, a vida, a sucessão de fracassos, o levara a se desconsiderar como um deus, assim como, a se afastar dos vários deuses. Então, o verdadeiro Deus pôde se manifestar.
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