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domingo, 16 de outubro de 2011
sábado, 2 de julho de 2011
Minha Gente (Mt 16.13-19)
Jesus pergunta aos seus alunos, o que o povo pensa dele, como o ser humano por excelência, o Filho do Homem.
Os alunos responderam que o povo1 o comparava com João, o batista; com Elias; com Jeremias; ou com algum dos profetas.
Profetas, estes três, representantes, respectivamente, do juízo, da ira e do castigo de Deus.
Jesus, então, sem fazer comentário sobre a opinião popular, pergunta aos seus alunos, o que eles diziam dele.
Pedro responde: O Senhor é o Messias, o Filho do Deus Vivo!
A magnífica resposta de Pedro: O Senhor é o Ungido, que os profetas anunciaram que viria para nos libertar, e o Senhor é o Filho do Deus do Universo! O Senhor é o Libertador, e o Senhor é o Deus, também! O Senhor é o Rei Ungido do Salmo 2, e o Senhor faz parte de Deus, em Deus há mais de uma pessoa, e o Senhor é uma delas! O Senhor é Deus que veio em carne e osso para nos libertar!
E Jesus diz a Pedro: Pedro você é um homem feliz!
Você sabe isso porque o meu Pai, que é e está, infinitamente, além de qualquer criatura, contou para você, nenhum ser humano contou ou o poderia contar para você, e não tem nada a ver com nenhuma capacidade humana que você possa ter.
Eu vou reunir um povo em torno dessa verdade. A gente, para quem, a exemplo do que fez a você, o Pai contará quem eu sou.
Essa gente será salva por mim e me adorará: se arrependerá de ser diferente de mim, na sua natureza, no seu relacionamento com o Pai, no relacionamento consigo mesmo, no seu relacionamento com o próximo e com toda a criação; e permitirá que o Espírito Santo a transforme (a pessoa e a comunidade) em gente como eu; essa gente entregará a si e a tudo que pensava ter (uma vez que tudo é do meu Pai) a mim; e viverá por mim e para mim.
Essa minha gente não morrerá para sempre, porque eu a ressuscitarei no último dia, e essa minha gente, no dia a dia, atacará e derrotará todas as manifestações da morte: nas relações da sociedade; na política; na economia; na religião.
Essa minha gente demonstrará e ensinará o significado da palavra justiça, como fruto do direito.
Minha gente viverá junta, será a minha presença na história, como um corpo, através do qual me manifestarei; será uma comunidade planetária e solidária (formada por muitas comunidades locais), demonstrando o que é viver sob o reinado de meu Pai. Deixando claro que o Homem à imagem e semelhança do DEUS é a unidade humana.
E tudo isso, Pedro, começará com uma mensagem que você pregará, e que será reproduzida por muitos em todos os cantos e nações do planeta, abrindo o Reino do Céu para a humanidade, falando de mim, A PALAVRA, para que a fé venha aos seres humanos que, por graça do Pai, derem ouvidos. E então virá o fim, ou melhor, o recomeço em estado glorificado e imune à queda. ©ariovaldoramos - em outras palavras
1 Os contemporâneos de Jesus perceberam que Jesus falava sério de coisas sérias.
O povo ouvia Jesus, reconhecia que ele tinha autoridade como nenhum outro, e viu e
recebeu os milagres de Jesus, mas não o reconheceram. Por algum motivo, o Pai não
lhes apresentou o Filho.
A relação do povo com Jesus foi da admiração ao utilitarismo, houve uma época em
que Jesus não podia mais descer do barco, porque as pessoas descobriram que
bastava tocar em Jesus para ser curado e pulavam nele (Mc 3.9,10)
segunda-feira, 27 de junho de 2011
O Nome
Oh Deus maravihoso, e que cura!
E o fazes tanto, de tal maneira,
Que és tu minha única bandeira,
Nessa pouca vida e na futura!
Oh Senhor Todopoderoso Deus,
Que, de fato, conduzes a história,
Construindo a ávida vitória
Daqueles que, por escolha são teus!
Oh Deus, tu, que és mistério grandioso.
Sempre decidido e operoso,
E só a ti mesmo, aleluia, fiel
Seríamos só meros instrumentos
Apenas descartáveis elementos
Se não fosse tu, grande Emanuel!
©ariovaldoramos
segunda-feira, 20 de junho de 2011
A insegurança em Abrão
Gênesis 12:1
Deus chama Abrão e lhe faz promessas:
Ora, disse o SENHOR a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei.
Deus manda Abrão sair só, e já é a segunda vez.
A primeira vez foi em Ur, na terra dos Caldeus.
Abrão saiu, mas levou o pai, e esperou pela morte do pai, o que aconteceu em Padã-Harã.
Na segunda vez, ele levou Ló.
Deus chamou Abrão para ser uma nova nação, e toda a humanidade ganhar com isso, mas, primeiro, ele teria de perder.
Perder a terra, o pai, a parentela, o clã, com toda a segurança que isso representava. Perder exige fé.
Só se ganha a consciência da proteção de Deus, quando se perde a confiança na falsa proteção que nos cerca.
Abrão teve dificuldade para sair porque teve dificuldade para confiar em Deus como protetor. Primeiro levou o pai, e, depois, levou Ló, seu sobrinho. Abrão saiu com o que pode para a sua proteção, embora fosse o mínimo frente ao que deixava.
Gênesis 20:11-13
Respondeu Abraão (a Abimeleque): Eu dizia comigo mesmo: Certamente não há temor de Deus neste lugar, e eles me matarão por causa de minha mulher. Por outro lado, ela, de fato, é também minha irmã, filha de meu pai e não de minha mãe; e veio a ser minha mulher. Quando Deus me fez andar errante da casa de meu pai, eu disse a ela: Este favor me farás: em todo lugar em que entrarmos, dirás a meu respeito: Ele é meu irmão.
Abrão, por não conseguir confiar, plenamente, em Deus, como protetor, viveu inseguro por muito tempo. Quem pagou o custo da insegurança de Abraão foi Sara.
É preciso ter fé em Deus para ser seguro no viver. Caso contrario, alguém pagará por isso.(c)ariovaldoramos(Meditações na vida de Abraão)
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Deus chama Abrão e lhe faz promessas:
Ora, disse o SENHOR a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei.
Deus manda Abrão sair só, e já é a segunda vez.
A primeira vez foi em Ur, na terra dos Caldeus.
Abrão saiu, mas levou o pai, e esperou pela morte do pai, o que aconteceu em Padã-Harã.
Na segunda vez, ele levou Ló.
Deus chamou Abrão para ser uma nova nação, e toda a humanidade ganhar com isso, mas, primeiro, ele teria de perder.
Perder a terra, o pai, a parentela, o clã, com toda a segurança que isso representava. Perder exige fé.
Só se ganha a consciência da proteção de Deus, quando se perde a confiança na falsa proteção que nos cerca.
Abrão teve dificuldade para sair porque teve dificuldade para confiar em Deus como protetor. Primeiro levou o pai, e, depois, levou Ló, seu sobrinho. Abrão saiu com o que pode para a sua proteção, embora fosse o mínimo frente ao que deixava.
Gênesis 20:11-13
Respondeu Abraão (a Abimeleque): Eu dizia comigo mesmo: Certamente não há temor de Deus neste lugar, e eles me matarão por causa de minha mulher. Por outro lado, ela, de fato, é também minha irmã, filha de meu pai e não de minha mãe; e veio a ser minha mulher. Quando Deus me fez andar errante da casa de meu pai, eu disse a ela: Este favor me farás: em todo lugar em que entrarmos, dirás a meu respeito: Ele é meu irmão.
Abrão, por não conseguir confiar, plenamente, em Deus, como protetor, viveu inseguro por muito tempo. Quem pagou o custo da insegurança de Abraão foi Sara.
É preciso ter fé em Deus para ser seguro no viver. Caso contrario, alguém pagará por isso.(c)ariovaldoramos(Meditações na vida de Abraão)
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