Gênesis 12:1
Deus chama Abrão e lhe faz promessas:
Ora, disse o SENHOR a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei.
Deus manda Abrão sair só, e já é a segunda vez.
A primeira vez foi em Ur, na terra dos Caldeus.
Abrão saiu, mas levou o pai, e esperou pela morte do pai, o que aconteceu em Padã-Harã.
Na segunda vez, ele levou Ló.
Deus chamou Abrão para ser uma nova nação, e toda a humanidade ganhar com isso, mas, primeiro, ele teria de perder.
Perder a terra, o pai, a parentela, o clã, com toda a segurança que isso representava. Perder exige fé.
Só se ganha a consciência da proteção de Deus, quando se perde a confiança na falsa proteção que nos cerca.
Abrão teve dificuldade para sair porque teve dificuldade para confiar em Deus como protetor. Primeiro levou o pai, e, depois, levou Ló, seu sobrinho. Abrão saiu com o que pode para a sua proteção, embora fosse o mínimo frente ao que deixava.
Gênesis 20:11-13
Respondeu Abraão (a Abimeleque): Eu dizia comigo mesmo: Certamente não há temor de Deus neste lugar, e eles me matarão por causa de minha mulher. Por outro lado, ela, de fato, é também minha irmã, filha de meu pai e não de minha mãe; e veio a ser minha mulher. Quando Deus me fez andar errante da casa de meu pai, eu disse a ela: Este favor me farás: em todo lugar em que entrarmos, dirás a meu respeito: Ele é meu irmão.
Abrão, por não conseguir confiar, plenamente, em Deus, como protetor, viveu inseguro por muito tempo. Quem pagou o custo da insegurança de Abraão foi Sara.
É preciso ter fé em Deus para ser seguro no viver. Caso contrario, alguém pagará por isso.(c)ariovaldoramos(Meditações na vida de Abraão)
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segunda-feira, 20 de junho de 2011
segunda-feira, 13 de junho de 2011
O Reino e o Reinado
Vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa-nos as nossas dívidas assim como nós perdoamos aos nossos devedores. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Pois vosso é o reino o poder e a glória para sempre, amém!
A palavra reino aparece duas vezes na oração. Na segunda frase: "Pois vosso é o reino…" Reino tem a conotação de tudo o que existe, isto é, de tudo o que é sustentado pelo DEUS . E o DEUS a tudo sustenta, pois só Ele (a TRINDADE) existe, tudo o mais subsiste nele.
Na primeira frase: "Venha a nós o vosso reino…" Reino traz o conceito de Reinado. É o pedido para que o reinado da TRINDADE seja estabelecido na terra.
É um pedido! O que pressupõe o desejo voluntário de quem pede!
Por que, a um ser todo-poderoso, se deve pedir, na realidade que Ele mesmo sustenta, a feitura de sua vontade?
O DEUS, que, por definição, tudo pode, concedeu, temporariamente, a possibilidade da rebelião, e, em o permitindo, sustenta a existência dos rebelados.
O DEUS, de toda a criação, possui todo o poder, mas, não é possuído pelo poder, daí cede espaço para a existência de consciências arbitrárias.
O DEUS decidiu que reinaria sobre os que desejassem estar sob o seu reinado.
Nesse tempo, que chamamos de hoje, o DEUS está a recrutar os que querem sobre si o reinado da TRINDADE.
Oram, conforme essa oração, os que voltaram do estado de rebelião para o estado de adoração, que é a maneira adequada de relacionar-se com o DEUS do Universo.
Não há, entretanto, nessa fase da história, boas notícias para os que fizeram essa opção.
O novo testamento começa com o DEUS sendo expulso do templo, e termina com Jesus do lado de fora da igreja.
No início do relato da nova aliança, João, o Batista, que é sacerdote da família de Arão (Lc 1.5,13), e que, portanto, se tudo estivesse sob o reinado do DEUS, estaria como sumo-sacerdote, está no ermo, dizendo ser a voz daquele que fala do deserto (Jo 1.23): o DEUS que sofreu a defenestração com a assunção do sumo-sacerdócio pelos lacaios dos romanos (Lc 3.1,2 - Hendriksen - Ed Cultura Cristã - comentários a Lucas 3.1 e João 11.49-52; 18.13, 19-28)
No final do NT, na carta à Igreja em Laodicéia, Jesus, o Cristo, está, do lado de fora, a bater à porta, na expectativa de ser ouvido. Além disso, o próprio Cristo levantou a questão de se ele, em sua vinda, em glória, acharia fé na terra (Lc 18.8). Ele falava dos seus, uma vez que fé é dom de Deus (Ef 2.8).
Pedir o reinado do Pai é submeter-se ao doloroso trabalho de transformação, protagonizado pelo Espirito Santo, que se utiliza, inclusive, das lutas diárias: Jo 15.2; Rm 5.3-5; 8.29; 2Co 3.18; Col 1.11,12; 2Tm 3.10-13; Hb 10.36, 12.1-11; 1Pe 4.12-19.
Sujeitar-se ao reinado do Pai é passar pelo sofrimento resultante da rebelião, que se manifesta na história e nos enfrentamentos espirituais: Mt 5.11,12, 10.16-39; Mc 10.29, 30; Jo 15.20; 2Co 12.10; 2Tes 1.4, 5; 2Tm 3.12; Ef 6.10-13; 1Pe 4.12-19.
Submeter-se ao reinado do Pai é perseverar frente ao engano dos falsos profetas, discernindo os seus desvios, e diante do esfriamento do amor em quase todos, dos que se definiam como seguidores do Cordeiro (Mt 24.11-13).
O Israel, no Antigo Testamento, tinha uma missão na história para o bem da humanidade; o Israel, no Novo Testamento, a Igreja (Rm 11.17), tem uma missão na humanidade para o bem da história.
O objetivo do DEUS, ao formar Israel, era trazer a criança prometida no Jardim (Gn 3.15, 12.1-3; Gl 3.16). O Israel, no AT, a deveria trazer para a história. As recompensas, nessa fase do Israel, eram históricas, o DEUS lhe prometeu que se cooperasse com Ele, nessa tarefa, comeria do melhor da terra. O Israel, no AT, tinha de chegar à terra prometida e lá ficar, porque a criança tinha lugar certo para nascer (Miq 5.2).
O papel do Israel, no NT, é anunciar a criança para todas as famílias da Terra, assim, ao contrário do que perseguia, no AT, uma terra em que mana o leite e o mel, nessa fase, Israel tem que, o tempo todo, sair de qualquer terra para ir à toda a Terra.
A amplitude e recompensa do Israel, no NT, aqui, é uma comunidade solidária e planetária (Mc 10.29,30; 1Pe 5.9) e uma história de glória na eternidade (Mt 5.12). O Israel, no NT, não pode prender-se à história, como a vivemos, para que a história da humanidade se torne bem-aventurada na dimensão da eternidade.
O Israel, no NT, a Igreja, como comunidade sob o reinado do DEUS, vive nesta história, nela sinaliza o reinado do DEUS, que já está presente em si, e influencia a sociedade para que, na medida possível, experimente os padrões do reinado, implantando a justiça onde o conseguir, e o faz para que mais da humanidade sobreviva, pelo debelamento da pobreza e de toda a sorte de opressão do homem pelo homem, mas, jamais perde o foco na eternidade, porque hoje é tempo de arrependimento, pois, toda a rebelião será debelada, e o reinado do DEUS será estabelecido, e só os arrependidos nele viverão.
Ora "venha o vosso reino", quem se arrependeu de estar em estado de rebelião; quem entende que a sociedade, também, deve se arrepender pelo estado de rebelião, que se manifesta no pecado estrutural; quem crê que Jesus, é Deus e Cristo (Mt 16.16); quem crê que virá o reinado eterno do DEUS (Mc 1.14,15); quem reconheceu ser um privilégio estar em comunidade sob o reinado; quem reconhece que só há comunidade onde há justiça; quem sabe que só pela eficácia do sacrifício do Deus Filho, manifesto na cruz (1Pe 1.18-20) e na sua ressurreição, é possível participar no reinado; quem entende que a dor da Cruz é pequena frente à vida abundante da Ressurreição, que, boa notícia, já é possível desfrutar desde agora, como indivíduo e sociedade!(c)ariovaldoramos
A palavra reino aparece duas vezes na oração. Na segunda frase: "Pois vosso é o reino…" Reino tem a conotação de tudo o que existe, isto é, de tudo o que é sustentado pelo DEUS . E o DEUS a tudo sustenta, pois só Ele (a TRINDADE) existe, tudo o mais subsiste nele.
Na primeira frase: "Venha a nós o vosso reino…" Reino traz o conceito de Reinado. É o pedido para que o reinado da TRINDADE seja estabelecido na terra.
É um pedido! O que pressupõe o desejo voluntário de quem pede!
Por que, a um ser todo-poderoso, se deve pedir, na realidade que Ele mesmo sustenta, a feitura de sua vontade?
O DEUS, que, por definição, tudo pode, concedeu, temporariamente, a possibilidade da rebelião, e, em o permitindo, sustenta a existência dos rebelados.
O DEUS, de toda a criação, possui todo o poder, mas, não é possuído pelo poder, daí cede espaço para a existência de consciências arbitrárias.
O DEUS decidiu que reinaria sobre os que desejassem estar sob o seu reinado.
Nesse tempo, que chamamos de hoje, o DEUS está a recrutar os que querem sobre si o reinado da TRINDADE.
Oram, conforme essa oração, os que voltaram do estado de rebelião para o estado de adoração, que é a maneira adequada de relacionar-se com o DEUS do Universo.
Não há, entretanto, nessa fase da história, boas notícias para os que fizeram essa opção.
O novo testamento começa com o DEUS sendo expulso do templo, e termina com Jesus do lado de fora da igreja.
No início do relato da nova aliança, João, o Batista, que é sacerdote da família de Arão (Lc 1.5,13), e que, portanto, se tudo estivesse sob o reinado do DEUS, estaria como sumo-sacerdote, está no ermo, dizendo ser a voz daquele que fala do deserto (Jo 1.23): o DEUS que sofreu a defenestração com a assunção do sumo-sacerdócio pelos lacaios dos romanos (Lc 3.1,2 - Hendriksen - Ed Cultura Cristã - comentários a Lucas 3.1 e João 11.49-52; 18.13, 19-28)
No final do NT, na carta à Igreja em Laodicéia, Jesus, o Cristo, está, do lado de fora, a bater à porta, na expectativa de ser ouvido. Além disso, o próprio Cristo levantou a questão de se ele, em sua vinda, em glória, acharia fé na terra (Lc 18.8). Ele falava dos seus, uma vez que fé é dom de Deus (Ef 2.8).
Pedir o reinado do Pai é submeter-se ao doloroso trabalho de transformação, protagonizado pelo Espirito Santo, que se utiliza, inclusive, das lutas diárias: Jo 15.2; Rm 5.3-5; 8.29; 2Co 3.18; Col 1.11,12; 2Tm 3.10-13; Hb 10.36, 12.1-11; 1Pe 4.12-19.
Sujeitar-se ao reinado do Pai é passar pelo sofrimento resultante da rebelião, que se manifesta na história e nos enfrentamentos espirituais: Mt 5.11,12, 10.16-39; Mc 10.29, 30; Jo 15.20; 2Co 12.10; 2Tes 1.4, 5; 2Tm 3.12; Ef 6.10-13; 1Pe 4.12-19.
Submeter-se ao reinado do Pai é perseverar frente ao engano dos falsos profetas, discernindo os seus desvios, e diante do esfriamento do amor em quase todos, dos que se definiam como seguidores do Cordeiro (Mt 24.11-13).
O Israel, no Antigo Testamento, tinha uma missão na história para o bem da humanidade; o Israel, no Novo Testamento, a Igreja (Rm 11.17), tem uma missão na humanidade para o bem da história.
O objetivo do DEUS, ao formar Israel, era trazer a criança prometida no Jardim (Gn 3.15, 12.1-3; Gl 3.16). O Israel, no AT, a deveria trazer para a história. As recompensas, nessa fase do Israel, eram históricas, o DEUS lhe prometeu que se cooperasse com Ele, nessa tarefa, comeria do melhor da terra. O Israel, no AT, tinha de chegar à terra prometida e lá ficar, porque a criança tinha lugar certo para nascer (Miq 5.2).
O papel do Israel, no NT, é anunciar a criança para todas as famílias da Terra, assim, ao contrário do que perseguia, no AT, uma terra em que mana o leite e o mel, nessa fase, Israel tem que, o tempo todo, sair de qualquer terra para ir à toda a Terra.
A amplitude e recompensa do Israel, no NT, aqui, é uma comunidade solidária e planetária (Mc 10.29,30; 1Pe 5.9) e uma história de glória na eternidade (Mt 5.12). O Israel, no NT, não pode prender-se à história, como a vivemos, para que a história da humanidade se torne bem-aventurada na dimensão da eternidade.
O Israel, no NT, a Igreja, como comunidade sob o reinado do DEUS, vive nesta história, nela sinaliza o reinado do DEUS, que já está presente em si, e influencia a sociedade para que, na medida possível, experimente os padrões do reinado, implantando a justiça onde o conseguir, e o faz para que mais da humanidade sobreviva, pelo debelamento da pobreza e de toda a sorte de opressão do homem pelo homem, mas, jamais perde o foco na eternidade, porque hoje é tempo de arrependimento, pois, toda a rebelião será debelada, e o reinado do DEUS será estabelecido, e só os arrependidos nele viverão.
Ora "venha o vosso reino", quem se arrependeu de estar em estado de rebelião; quem entende que a sociedade, também, deve se arrepender pelo estado de rebelião, que se manifesta no pecado estrutural; quem crê que Jesus, é Deus e Cristo (Mt 16.16); quem crê que virá o reinado eterno do DEUS (Mc 1.14,15); quem reconheceu ser um privilégio estar em comunidade sob o reinado; quem reconhece que só há comunidade onde há justiça; quem sabe que só pela eficácia do sacrifício do Deus Filho, manifesto na cruz (1Pe 1.18-20) e na sua ressurreição, é possível participar no reinado; quem entende que a dor da Cruz é pequena frente à vida abundante da Ressurreição, que, boa notícia, já é possível desfrutar desde agora, como indivíduo e sociedade!(c)ariovaldoramos
quinta-feira, 9 de junho de 2011
O Nome
Portanto , vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá-nos hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém!
O nome, por definição, individualiza por identificar e tornar um ser exclusivo e único entre os seus pares.
O nome, por identificar e tornar exclusivo, também, circunscreve e limita, deixando claro que se está diante de um ser que tem extensão mensurável, o que, se, de um lado, lhe garante espaço, de outro lado, o delimita, impedindo-o de tomar mais do que o espaço que lhe cabe.
E esse é o ponto: só quem tem par, quem tem semelhante, e quem, portanto, necessita de delimitação, para ter garantido o seu espaço, é que precisa, para poder ser distinto, de um nome.
Quando Moisés perguntou, a O DEUS, qual o nome pelo qual era conhecido, revelando o seu nível de ignorância quanto a QUEM o seu povo invocava, DEUS disse: EU SOU O QUE SOU! (Ex 3.13-15)
SER O QUE É, não é um nome, porque, ao invés de limitar, expande e toma todo o espaço.
O DEUS tem um nome que não particulariza e que não define, por que O DEUS não cabe em um nome. O DEUS não pode ser contido.
O DEUS, então, esclarece a Moisés de que, para sempre, será conhecido como o que se relaciona com os homens, a começar pelos patriarcas: Abraão, Isaque e Jacó.
Meditação: O "nome não nome" dO DEUS o declara todo abrangente, infinito, incontível, incomparável e iniqualável. Ele não pode ser invocado como se fosse um entre outros.
Oração: Ó Senhor, tu que é O DEUS, em quem está e é sustentado todo o Universo, aceite, por graça a adoração deste humilde e circunscrito ser que em ti existe e de ti subiste. Em nome de JESUS, amém!(c)ariovaldoramos
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O nome, por definição, individualiza por identificar e tornar um ser exclusivo e único entre os seus pares.
O nome, por identificar e tornar exclusivo, também, circunscreve e limita, deixando claro que se está diante de um ser que tem extensão mensurável, o que, se, de um lado, lhe garante espaço, de outro lado, o delimita, impedindo-o de tomar mais do que o espaço que lhe cabe.
E esse é o ponto: só quem tem par, quem tem semelhante, e quem, portanto, necessita de delimitação, para ter garantido o seu espaço, é que precisa, para poder ser distinto, de um nome.
Quando Moisés perguntou, a O DEUS, qual o nome pelo qual era conhecido, revelando o seu nível de ignorância quanto a QUEM o seu povo invocava, DEUS disse: EU SOU O QUE SOU! (Ex 3.13-15)
SER O QUE É, não é um nome, porque, ao invés de limitar, expande e toma todo o espaço.
O DEUS tem um nome que não particulariza e que não define, por que O DEUS não cabe em um nome. O DEUS não pode ser contido.
O DEUS, então, esclarece a Moisés de que, para sempre, será conhecido como o que se relaciona com os homens, a começar pelos patriarcas: Abraão, Isaque e Jacó.
Meditação: O "nome não nome" dO DEUS o declara todo abrangente, infinito, incontível, incomparável e iniqualável. Ele não pode ser invocado como se fosse um entre outros.
Oração: Ó Senhor, tu que é O DEUS, em quem está e é sustentado todo o Universo, aceite, por graça a adoração deste humilde e circunscrito ser que em ti existe e de ti subiste. Em nome de JESUS, amém!(c)ariovaldoramos
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quinta-feira, 2 de junho de 2011
PAI
Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá-nos hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas , assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal, pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém! Mt 6.9-13
Ao ETERNO nos dirigimos na pessoa do PAI, em nome do FILHO, sob a intercessão do ESPIRITO SANTO.
Como o ETERNO nos predestinou para ele, para que, por meio do Cristo, fossemos adotados como seus filhos, (Ef 1.5) conclui-se que o ETERNO sempre desejou um relacionamento paternal com os seres humanos.
Entre nós e a paternidade do ETERNO havia a transgressão, que o sacrifício no templo solucionava temporariamente. Quem de fato deveria morrer era o pecador. Mas, com a morte do pecador a quem a paternidade abraçaria? A menos que fosse possível a alguém morrer como pecador, porém, continuar existir como ser humano.
Ao ensinar aos seus alunos a chamar o ETERNO de PAI, JESUS anunciava que haveria de solucionar a questão que impedia o ETERNO de nos adotar, por isso nos ensina a orar, ou seja a entrar no lugar santíssimo, sem nenhuma mediação humana.
Meditação: Orar é entrar na presença do ETERNO, no lugar santíssimo, graças a JESUS, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.
Oração: PAI, te sou grato pela paternidade que estendeste a mim, e por saber que desde tempo imemoriais me quiseste como filho. Em nome de JESUS, amém!
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Ao ETERNO nos dirigimos na pessoa do PAI, em nome do FILHO, sob a intercessão do ESPIRITO SANTO.
Como o ETERNO nos predestinou para ele, para que, por meio do Cristo, fossemos adotados como seus filhos, (Ef 1.5) conclui-se que o ETERNO sempre desejou um relacionamento paternal com os seres humanos.
Entre nós e a paternidade do ETERNO havia a transgressão, que o sacrifício no templo solucionava temporariamente. Quem de fato deveria morrer era o pecador. Mas, com a morte do pecador a quem a paternidade abraçaria? A menos que fosse possível a alguém morrer como pecador, porém, continuar existir como ser humano.
Ao ensinar aos seus alunos a chamar o ETERNO de PAI, JESUS anunciava que haveria de solucionar a questão que impedia o ETERNO de nos adotar, por isso nos ensina a orar, ou seja a entrar no lugar santíssimo, sem nenhuma mediação humana.
Meditação: Orar é entrar na presença do ETERNO, no lugar santíssimo, graças a JESUS, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.
Oração: PAI, te sou grato pela paternidade que estendeste a mim, e por saber que desde tempo imemoriais me quiseste como filho. Em nome de JESUS, amém!
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