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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Lances de Caná (01) – Um convite que pôde ser atendido

Três dias depois, houve um casamento em Caná da Galiléia, e estava ali a mãe de Jesus; e foi também convidado Jesus com seus discípulos para o casamento. Jo 2.1,2
Jesus estava no casamento em Caná, região da Galiléia, a 8 km a noroeste de Nazaré, porque foi convidado para o evento, e pôde atender ao convite.
Ter convidado a Jesus, para o seu casamento, fez toda a diferença para os noivos, porque a presença de Jesus elimina o limite representado pelo que é impossível para humanidade.
Porque ele estava lá pôde realizar o que, em qualquer outra circunstância, seria impossível, quando os noivos, dele, precisaram.
Jesus pôde fazer o milagre por que decidiu agir em favor dos noivos, segundo a necessidade deles.
Jesus decidiu agir em favor dos noivos, embora ainda não fosse a hora de manifestar o seu ministério (verso 4), porque salvar casamentos de momentos ruins está na ordem do dia da Trindade, porque casamento é uma invenção da Trindade. (Gn 2.24)
Meditação: 1- Deveríamos convidar a Jesus para todos os eventos de nossa existência.
2- Jesus, em sua estada entre nós, demonstrou estar solícito para atender a convites, porém, Jesus só vai a eventos onde pode ir. E, o que determina se ele pode ou não estar no evento, é se, seja lá o que for que a gente vá fazer, estiver na pauta da Trindade.
3- Jesus poder ou não estar em cada evento de nossa vida, depende de nós: do que intentamos que o evento seja, ou da forma como o intentamos realizar.
Portanto, quer comais quer bebais, ou façais, qualquer outra coisa, fazei tudo para glória de Deus.1Co 10.31 ©ariovaldoramos

sábado, 1 de janeiro de 2011

Feliz Ano da Graça!

Indo para Nazaré, onde fora criado, entrou, num sábado, na sinagoga, segundo o seu costume, e levantou-se para ler. Então, lhe deram o livro do profeta Isaías, e, abrindo o livro, achou o lugar onde estava escrito: O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos, e apregoar o ano aceitável do Senhor. Lc 4. 16-19

Este texto, que Jesus leu em Nazaré, na sinagoga, faz parte de um texto maior, registrado em Is 61.1-3.

Ao interromper a sua leitura, na parte em que o fez, Jesus omitiu: 1- o anúncio do dia da vingança do Senhor; 2- o consolo e a exaltação dos de Siao.

Ele omitiu o anúncio do dia da vingança, porque esse dia se cumpriria na sua crucifixão: "Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados" Is 53.5 - Restaria, portanto, anunciar o ano aceitável do Senhor.

Ele omitiu o consolo e a exaltação dos de Sião, porque ele abriu, para toda a humanidade, a possibilidade ao consolo e à exaltação, antes, propriedade dos de Sião.

Então, ficou assim: a todos os pobres, boas novas de justiça e de justificação; a todos os cativos, liberdade; a todos os cegos e cegados, visão; a todos os oprimidos, libertação; à todos os seres humanos, a possibilidade de ser aceito pelo Senhor!

Até que tudo se cumpra, ano após ano será para isso, logo, 2011, ano da graça de Nosso Senhor Jesus Cristo! Ano de salvação para toda a humanidade! Ano em missão! Feliz 2011! ©ariovaldoramos



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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Aniversário!

Então, estou descendo a montanha!
Foi uma longa e árdua subida!
Aprendi, e fiz coisa descabida!
Sofri e amei... estrada tamanha!

Estou mesmo descendo a ladeira!
Ora sei quantos amigos perdi,
E sei quantos me perderam de si.
E quanta perda foi pura besteira!

Não sei se fiz sofrer mais que sofri!
Se eu ensinei o que aprendi!
Sei que a vida é renhida e que doeu.

Mas desço rumo ao vale, em paz,
Pois, apesar do meu amor fugaz,
O meu Deus, em Cristo, não me perdeu!

“Aqueles que vêm a mim, de modo nenhum os lançarei fora” Jesus de Nazaré

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Ano Novo! Novo?

Correndo passa ano, entra ano,
É sempre a mesma mirrada vida.
Mesma luta renhida, mesma lida.
Só sobe outro repetido pano.

É sempre o mesmo velho retrato.
Que se mostra, no repetido palco.
Haverá quem possa tentar salto?
Temos de caminhar, comer do prato?

Talvez, a nossa requentada peça
Tenha, perpetuamente, de ser essa:
Mas seja possível mudar o ator.

Talvez, nessa modorrenta mesmice,
Que já vige, desde a meninice,
A gente possa injetar amor!