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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Vale a pena orar?

Jesus nos ensinou a pedir a vontade do Pai. Mt 6.10
O Espírito Santo intercede por nós, falando o que Deus quer ouvir. Rm 8.27
Deus só faz o que quer, mas, o que Deus quer é sempre o melhor. Rm 12.2

Entretanto, falar com quem só faz o que quer deixa pouco espaço para quem com ele fala. 
Parece só restar a frase atribuída a C.S. Lewis, no filme Terra das Sombras: “Não oro para que Deus faça a minha vontade, mas para que me adeque à vontade dele.”

É possível, portanto, concluir que não vale a pena orar.

Mas, as nossas orações estão em taças de ouro! Ap 5.8
E nós, os que cremos, somos sacerdotes que reinam. Ap 5.10
E sacerdotes reinam por meio da oração.

Abraão teve atendida uma oração que não conseguiu verbalizar.
Porque Abraão, orando por Sodoma, pediu que, se encontrasse 10 justos, Deus poupasse as cidades, mas os anjos não encontraram tal contingente. Gn 18.16-33
Abraão, ao orar, lembrava-se de Ló, e Deus salvou Ló, por lembrar de Abraão. Gn 19.29

Moisés ordenou que o povo de Israel lutasse com os amalequitas, porque atacaram a Israel.
Arão e Hur perceberam que era pela oração de Moisés que a batalha era ganha, e sustentaram as suas mãos até Amaleque ser desbaratada. Ex 17.9-13

Josué orou e Deus deteve o movimento do Universo” Jo 10.6-15
"Não houve dia semelhante a este, nem antes nem depois dele, tendo o Senhor, assim atendido à voz de um homem; porque o Senhor pelejava por Israel.” Jo 10.14

Ana, movida pela aflição e pelo excesso de ansiedade orou por um filho.
Eli, o Sumo Sacerdote,  que 1º a julgou embriagada, quando a compreendeu, a abençoou.
E Deus lhe concedeu um filho, Samuel, porque lembrou-se dela. 1Sm 1.10-20

Um anjo lutou 21 dias contra as potestades da Pérsia para atender a oração de Daniel.
Porque, disse o anjo: “foram ouvidas as tuas palavras; e, por causa das tuas palavras, é que eu vim. Dn 10.10-14

Jesus, a pedido, fez um milagre antes da hora (v4), para manter um estado de festa. Jo 2. 1-11

Jesus atendeu a uma mulher antes do tempo. Mc 7.24-30

Jesus incitou a pedir para Deus permitir que o inevitável aconteça em tempo onde mais gente possa se salvar. Mt 24.20

Jesus disse que se um juiz iníquo pode vir a atender a um clamor, quanto mais Deus que é justo. Lc 18.1-8

Por princípio e definição todo desejo de orar é ímpeto para Deus.

Paulo orou contra o que havia visto e admoestado (At 27.21-24) e Deus salvou a todos que estavam em estado de morte certa. At 27.9-26

Deus só faz o que quer, e tem de ser assim, porque o melhor é sempre o que Deus quer; mas vale a pena orar porque o querer de Deus é mais extenso, abrangente e inclusivo do que qualquer ser humano é capaz de imaginar!©ariovaldoramos



quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Nessa Adoração

 “Pois teu é o Reino, o Poder e a Glória para sempre" Mt 6.13

Excetuando Deus (Pai, Filho e Espírito Santo) toda existência é subsistência.

Todos subsistem em Deus (At 17.28).

Portanto, Deus reina sobre o que sustenta.

Rebelar-se contra o reinado de Deus é abrir mão da existência!

Ainda bem que Deus é misericordioso!

Reinar, mais que prerrogativa, é direito de Deus.

Porque é o poder de Deus que explica a existência do que não se sustenta.

O poder de Deus sustenta o insustentável em si.

Assim, todo ser insustentável tem uma dívida para com a Trindade.

A Trindade, às suas custas, repartiu o dom de existir, e o susteve diante da rebeldia.

Pelo privilégio de existir, cantamos graças.

Pela misericórdia de continuar a existir, mesmo depois da rebelião, cantamos honras.

Pela graça da Trindade, por aprofundamento de seu custo, nos resgatar, cantamos:

Glória ao Deus nas maiores alturas!

Nessa e para essa adoração existimos!

Nessa adoração ganha sentido toda a subsistência!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

(Des) Mobilidade ou Feliz Natal!

Houve tempo em que os seres humanos se comunicavam pelo som dos tambores e por sinais de fumaça, e havia que se contar com a contribuição do meio ambiente e com um sem número de imponderáveis para que as mensagens fossem recebidas.

Hoje todos são encontrados a qualquer hora e em qualquer lugar. E, mais, tudo está à mão, de tal maneira que um ser humano pode estar em vários lugares ao mesmo tempo. Transmissões “on time” ou em “real time”, todos “on line”. Tudo “on” em todo o tempo.

“Facebook”; “twitter”; “orkut”; “buzz”; “ios4”; “android”; “google”; “yahoo” e assemelhados por todo o mundo: todos disputam a preferência humana e, cada vez mais, com cada vez menos aparelhos, muito mais tarefas são deflagradas, monitoradas, concretizadas. E vem muito mais por aí, mais “gadgets” e maior mobilidade.

Cada vez mais falamos com e através de máquinas, e já tem gente prometendo, para 2045, robôs que decidem por si; mas, infelizmente, essa explosão de relações não é tão verdade quanto ao relacionamento entre humanos.

As pessoas estão cada vez mais distantes entre si, os relacionamentos estão desmoronando, os casamentos não resistem à menor crise, o individualismo ganha proporção geométrica, embora, a privacidade esteja se tornando impossível: como demonstrou o site “wikileaks”, nem os sistemas mais seguros conseguem garantir o privado.

É a época do paradoxo: sem privacidade, mas, com cada vez menos amizade!

Aliás, as personalidades públicas parecem já ter se dado conta de que a privacidade se perdeu, e, então, via “reality shows”, tentam controlar o nível de exposição pessoal.

Em meio a tudo isso é Natal! Data em que se comemora o maior ato relacional de todos os tempos: Deus se fez homem para que os homens pudessem entendê-lo. Em que, também, se comemora, a maior perda de mobilidade em todos os tempos, Deus, que tudo pode, passou a poder apenas no nível do humano, ainda que repleto de fé; Deus que em todos os lugares está, passou a estar, limitado pela física, num só lugar de cada vez. Tudo para se relacionar.

Nesse tempo em que nos comunicamos cada vez mais, para nos relacionarmos cada vez menos, é tempo de pensar no Personagem máximo do Natal, e de lembrar a importância que uma vez foi dada ao relacionamento com e entre os seres humanos.

É Natal para que “twits”, “e-mails” e SMS, não deletem apertos de mão, abraços e beijos. Feliz Natal!©ariovaldoramos

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Nessa luta

E não nos deixe entrar em tentação, mas livra-nos do mal.  Mt 6.13

Houve uma rebelião no Universo.

Um anjo se rebelou e, por meio de sedução, arrastou-nos consigo para a rebelião.

Nós somos os que voltaram da rebelião.

Graças ao Filho e ao Espírito, rompemos com o rebelde, e fomos perdoados e recebidos pelo Pai.

O rebelde, a toda hora, tenta nos levar de volta para a rebelião.

Não temos, em nós, forças para resistir; mas temos graça para decidir não ir.

Nessa decisão rogamos pela força do Pai.

E o Pai nos atende, e o maligno fica sem espaço em nós para a sua rebelião.

O Cristo disse que o maligno nada tinha em si.

Pela força do Pai, nós, também, somos tornados gente em quem o mal não tem espaço.

É uma luta diária!
©ariovaldoramos