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sábado, 27 de março de 2010

Um Reino de Amigos

Quatro amigos levaram um paralítico a Jesus, em Cafarnaum.

Que bom que esse homem tinha amigos.

Que bom que eram amigos atentos a qualquer oportunidade de ajudá-lo.

Eram amigos parteiros, que acreditam na possibilidade e provocam-na.

Que bom que eram dos tais que não desistem diante dos obstáculos.

O coração duro dos que já estavam na casa lotada, e que não se abalaram do seu conforto, para que alguém mais necessitado fosse aproximado de Jesus, parecia um obstáculo intransponível.

Que bom que, para esses amigos, uma pedra, no meio do caminho, não era o fim do caminho.

Que bom que sabiam que os dons que recebemos são para o bem do outro, e, imediatamente, se puseram em busca de saída, abriram um buraco em casa alheia.

Que bom que, para eles, o ser humano vale mais do que qualquer patrimônio.

E interromperam o pregador.

Que bom que, para Jesus, atender ao ser humano é mais importante do que terminar o sermão.

E Jesus viu-lhes a fé.

Que bom que Jesus atenta para a fé. E foi a fé dos amigos.

E Jesus perdoou-lhe os pecados.

Que bom que os amigos levaram o seu companheiro a Jesus.

Que bom que Jesus sabe do que a pessoa precisa.

Nem toda doença é fruto do pecado, mas todo pecado adoece o pecador, duma ou doutra forma.

Aquele homem para voltar a andar precisava ser perdoado.

A falta de perdão, sempre, dalguma forma, faz o que precisa de perdão estagnar.

Tem gente que diz perdoar, mas mantém o outro em estado de dívida, não o libera para andar.

Que bom que o perdão de Jesus nos libera para andar, Jesus perdoa e esquece.

Como é bom, quando a gente não tem mais fé, ter quem creia por nós.

Como é bom, quando a gente não consegue mais andar, ter quem nos carregue.

Hans Bürky disse que o Reino de Deus é um reino de amigos.

Foi isso que Jesus veio inaugurar: um reino de amigos. Que a Igreja seja assim!

segunda-feira, 22 de março de 2010

Caná

Houve um casamento em Caná, Jesus estava lá: Festa!

Jesus combina com festa: ele veio para instalar a festa em nossas vidas.

O vinho acabou: festa em perigo!

A mãe de Jesus viu a oportunidade de todos saberem que ele era especial. Que ela não passara em vão pelo sofrimento.

Mas ainda não era a hora de Jesus se manifestar.

E todos os que se envolvem com Deus, pagam um preço. Maria tinha de saber.

Maria sabia que ele podia ir mais longe... sem detrimento da lei. E disse para os garçons fazerem tudoo que ele dissesse.

Maria fora protegida por José, e era bem quista pela comunidade.

Ele mandou que enchessem as talhas de água, cerca de 920 litros, e eles o fizeram.

Eles não compreendiam o que estavam a fazer, mas Jesus sabia o milagre que estava a realizar.

A obediência forneceu a matéria prima para o milagre.

Quando o mestre sala provou o vinho novo: era o melhor dos vinhos.

Jesus sempre
dá mais do que pedimos ou pensamos.

Quando a alegria acaba, ir a Jesus é a garantia de recuperar muito mais do que o perdido.

Não importa o motivo da perda, em Cristo há a retomada.

Onde Cristo é o convidado especial, sempre é possível começar de novo.

Jesus fez um milagre para que a festa não fosse interrompida..

Foi discreto para não expor os noivos ao vexame

A glória do Senhor passa por nós! Deus é glorificado em produzir alegria em nós.

Deus se realiza em nos fazer gente feliz!

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Reencontro

Olá! Como vai? Perguntou o Samaritano.

Graças a Deus e a você, tudo bem! Respondeu o Sacerdote.

Você parece mesmo bem, quando eu o estava levando para a estalagem, pensei que você não resistiria, mas, olha aí... Bom vê-lo assim! Acrescentou o Samaritano.

Pois é… Eu também pensei que não sobreviveria, mesmo quando na estalagem, sob cuidados. Sou-lhe muito grato, fico sempre em débito, até porque você não me permitiu ressarcí-lo. Disse o sacerdote.

Deixa disso! Você faria o mesmo, apesar de nossas diferenças! E o Templo... Voltou para as suas atividades? Perguntou o Samaritano.

Não! Saí de tudo o que tem a ver com o Templo. Agora, apenas a Sinagoga. Voltei para a minha Sinagoga, e começo a conversar. Respondeu o Sacerdote.

Como assim, você vai construir outro Templo? Exclamou o Samaritano.

Não! Saí. O problema com o Templo não é forma, é conteúdo; e isso a gente resolve conversando com todas as Sinagogas e com todos os filhos de Israel. É uma paciente semeadura de idéias! Não quero reinventar a roda, quero que voltemos a saborear o vinho. Completou o Sacerdote.

Por um momento, pensei que você fosse reunir pessoas em torno de você e construir um novo Templo, um novo referencial. Acrescentou o Samaritano.

Em torno de mim, nada! Eu não sou o Messias. E, é preciso que se diga, os marcos que delimitam Israel estão certos, temos de retomar a vida no Espírito. Estou em minha sinagoga e conversando com todos os da casa de Jacó, e com todas as Sinagogas possíveis, para retomarmos a prática da fé, que é o amor a Deus e ao próximo. Ressaltou o Sacerdote.

Tomara que sua peregrinação de certo. Todos vamos ganhar! Emendou o Samaritano.

Tenho esperança! Todos os que temos clamado, como o profeta, para que o Eterno avive a sua obra, estamos conversando, e correndo as Sinagogas. É um trabalho coletivo. Disse o Sacerdote.

Bom! E o seu "amigo"? Perguntou o Sacerdote.

Ah! É um assunto para o justo juíz de toda a Terra.

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sábado, 13 de março de 2010

O Evangelista

O Evangelista subiu ao púlpito, saudou a todos os presentes, e, abrindo a Bíblia, leu a apresentação de Paulo aos romanos: Paulo, servo de Cristo.
Fechando a Bíblia, dirigiu-se à plateia, dizendo: Servo significa escravo. Paulo era escravo de Jesus, o Cristo.
E continuou: hoje eu vim para dizer-lhes que houve uma tragédia com a humanidade: no começo de nossa história nos deixamos seduzir por um ser em estado de rebelião, e, assim, passamos a fazer parte dessa rebelião.
Perdemos a comunhão com Deus e nos tornamos prisioneiros desse ser, na dimensão da escuridão, que passou a ser o nosso ambiente. Disse ele.
Graças, porém, ao que o Deus Filho fez, antes da fundação do mundo, no seio da Trindade, quando se esvaziou e tomou a forma de servo, o que foi demonstrado na encarnação e na cruz, e ratificado na ressurreição, a nossa rebelião não foi o fim nosso e de tudo, e o nosso aprisionamento não nos deixou sem saída.  Prosseguiu o Evangelista.
O ato do Filho permitiu o favor do Pai, de modo, que o Pai decidiu salvar a humanidade. Ele salva a humanidade dando seres humanos ao Filho. Eles se tornam propriedade do Cristo, se tornam seus escravos. Acrescentou o pregador.
O Filho salvará todos os seus escravos. Começa com o fato de que os escravos de Cristo são incluídos na sua morte, e na sua ressurreição. Recebem, portanto, a própria vida do Cristo, por meio do seu Espírito, que neles passa a habitar. E eles não só são transportados da escuridão para o Reino do Cristo, como começam a andar no caminho que fará com que, também, a escuridão saia deles, e começam a, cada vez mais, fazer a vontade do Pai, pela força do Santo Espírito que, neles, passa a habitar. Complementou o evangelista.
O ato do Cristo é suficiente para o Pai libertar da prisão a quem Ele quiser. Não é, porém, o Filho que escolhe quem será seu escravo, é o Pai que dá ao Filho os seres humanos que Ele quiser dar, e o Filho, não permitirá que a morte derrote qualquer um de seus escravos, ao contrário, aos que Ele não arrebatar, Ele ressuscitará. Acrescentou o palestrante.
Ser escravo de Jesus, o Cristo é ótimo: Ele chama os seus escravos de amigos, e o Pai dele, chama aos escravos do Cristo de filhos. E, de fato, eles se tornam filhos do Pai do Cristo. Assim como o Filho não escolhe quem será seu escravo, nenhum dos prisioneiros pode escolher ser escravo do Cristo. É decisão do Pai. Expôs o evangelista.
E concluiu o Evangelista: espero que nesta noite o Pai liberte da prisão alguns do que aqui estão. E eu gostaria de conhecê-los. As pessoas que o Pai liberta e torna escravo do Filho ganham consciência de que são prisioneiros do mal, e passam a ter vontade de ser escravos de Cristo. E perguntou: Enquanto eu estava falando a vocês, alguém, inexplicavelmente, começou a ter consciência de que é prisioneiro do mal e, simultaneamente, passou a muito desejar o ser escravo do Cristo? Levante a sua mão! Eu quero conhecê-lo, e quero agradecer ao Pai por sua libertação, e quero, desde já, começar a ensiná-lo como vive um escravo do Cristo.
Surpreendentemente, algumas mãos se levantaram, e o Evangelista fez o que dissera que faria.