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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Eu estou farto
Acabei de ler uma asquerosa crítica à Senadora Marina Silva. Faltam dados, falta seriedade, falta responsabilidade!
A crítica foi publicada num site que se propõe ser arauto de mídia séria! Mas, de fato, é porta-voz do que era chamado, no tempo em que as ideologias estavam na pauta, de extrema direita.
Parece que ainda há quem tenha saudade do tempo em que se torturava a quem quisesse, quando quisesse.
Gente para quem a palavra democracia não significa nada.
Recentemente, um artigo publicado nessa mídia me citou, acusando-me de esquerdista, pró-aborto e de pró-gayzismo. E já fui questionado quanto a isto.
Não sou pró-aborto, mas, também, não sou a favor desse estado de coisas, onde a mulher é usada e abusada, onde a orientação sexual não chega aos pobres, onde o Estado se omite e faz vistas grossas ao estado de violência a qual o jovem e, principalmente, a moça está submetida, pela alienação das drogas e dos bailes funks, que sustentam o machismo que faz da mulher o mais abjeto objeto. E não sou contra a mulher vítima de estupro, e cuja gravidez lhe seja fatal, ser assistida na interrupção de sua gravidez.
Não sou pró-gayzismo, seja lá o que isso signifique, mas sou a favor dos direitos civis. Sou contra a tentativa do movimento gay de reescrever a Bíblia, mas, também, sou contra privar os homossexuais do usufruto do património de construção conjunta. Sou contra o impedimento de ajudar a um homossexual que o queira deixar de ser, como sou contra a hostilização de um ser humano porque ele ter se declarado homossexual.
A palavra esquerdista não faz mais sentido, nos dias correntes. Eu sou progressista! Sou a favor da reforma agrária, do acesso universal à educação, à moradia, à saúde, ao transporte urbano, à alimentação adequada. Sou a favor da distribuição de renda, da erradicação da pobreza, da sustentação do meioambiente e da democracia.
Sabe de uma coisa? Eu não sei quanto a você, mas eu estou farto dessa gente que se acha dona da verdade, e que, em nome do que acham ser a verdade, vivem a matar pessoas.
Farto dessa gente que se apossou de Deus, como se Deus fosse um objeto que se possa ter e manipular.
Essa gente que não considera como semelhante quem não concorda com eles!
Recentemente, também, uma série de e-mails anônimos foram disparados me caluniando, tentando me vender como um pecador dissimulado, para dizer o mínimo.
Estou farto desses covardes, sem caráter que, por detrás do anonimato, vivem a tentar destruir a vida dos outros.
Estou farto dos que dão ouvidos a eles, fazendo valer a calúnia e a difamação.
Estou farto dessa gente que anima suas rodas de amigos falando mal dos outros, zombando da desgraça alheia.
Farto dessa gente que vê fantasma em todo o lugar, que está sempre procurando alguém para atacar e para destruir.
Estou farto dessa gente que não sabe o que é debate intelectual, que toma tudo como pessoal, porque se vê como a medida para a verdade.
Farto dessa gente que em vez de pregar o Evangelho, fica checando se os outros o estão.
Checando se o outro crê “certo”.
Estou tão farto disto, tanto quanto, dos que estão invocando Deus para obter dinheiro para os seus negócios, travestidos de ministérios,de igreja ou de denominação.
Dos que lutam pelo poder denominacional, transformando o Odre em algo mais importante do que o Vinho.
Também, me fartei dessa gente que quer destruir tudo, confundindo a igreja local com a deturpação da denominação, confundindo o povo com os seus maus líderes e que se tornam líderes tão maus quanto os que condenaram, e que saem pelo mundo atacando os pastores e as estruturas com a mesma fúria dos que as estão usando para benefício
próprio.
Estou farto desses apóstolos que venderam que tinham de ser apóstolos para derrubar as potestades nas cidades, as mesmas que foram destronadas na Cruz de Cristo!
Estou farto dos que não usam o título de apóstolos, mas agem do mesmo jeito!
Estou farto dos liberais, que rasgam a Bíblia e saem a zombar de quem crê.
Estou farto desses ecuménicos que dizem celebrar a fé, de modo indistinto, mas não conseguem estender a mão para o irmão pentecostal.
Mas jamais me fartarei da Igreja:
A Igreja é a comunidade da fé! É a nossa casa!
A Igreja é lugar de perdão e de reconciliação.
O que é oferecido a todos nós, inclusive para os que agem como se não o precisassem, é a oportunidade de se arrepender.
A fé cristã não prega a impecabilidade, prega o arrependimento!
A fé cristã prega que o amor é demonstrado no perdão e no serviço!
A gente deve continuar a lutar pela Igreja!
Continuar a lutar pelo resgate da humanidade, e de toda a criação de Deus.
Nosso problema não está no termos pastores ou presbíteros, mas em sermos todos apascentadores.
Nosso problema não está em darmos dízimos e ofertas, mas em como ofertamos, e como usamos as nossas ofertas e dízimos.
A Igreja somos nós, e o único Ungido é Cristo Jesus.
Todo poder: seja religioso ou econômico ou de qualquer natureza, tem de ser controlado pela totalidade do povo.
Se você está farto como eu, não saia da Igreja, Igreja é invenção de Jesus.
"Jesus disse que onde 2 ou 3 estiverem reunidos em seu nome, ele lá estaria." Mt 18.20
Jesus seria a 4ª pessoa naquela reunião.
Jesus seria a visita especial.
Ali Ele segredaria o que não pode dizer pessoalmente. Paulo disse que só com os demais irmãos é possível conhecer o amor de Cristo, em toda a sua dimensão. Ef 3.18
Alguns têm entendido que essa reunião é o fim de toda a formalização, a comprovação de que nunca precisamos de formalização alguma.
Mas, o que é reunir-se em torno de Jesus?
Jesus instituiu como reunião em torno dele a reunião em torno da ceia do Senhor.
Jesus disse que toda a vez que comêssemos do pão e bebêssemos do vinho, o anunciaríamos, até que ele volte. 1 Co 11.26
É em torno da ceia do Senhor que nos reunimos em nome do Senhor.
Isso é formalização: tem hora, tem maneira e tem lugar. E é seríssima, pois Paulo disse que, dependendo da forma como participamos da ceia, podemos sofrer consequências, inclusive morrer mais cedo. Logo, também tem liturgia. 1 Co 11.27-30
Então, reunir-se em nome de Jesus é reunir-se em torno da ceia.
Lá anunciamos o perdão com o que somos perdoados e com que perdoamos.
Lá anunciamos a ressurreição, o poder pelo qual vivemos.
Lá o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre.
Lá é a reunião da Igreja!
Todas as reuniões só serão da igreja se o forem em torno da mesa, mesmo que a mesa não seja arrumada para aquele dia.
A mesa da ceia é a mesa da comunhão. Lá nasceu a Igreja e lá ela é mantida.
Missão na íntegra!
Deus está em missão!
Missão de salvação do Universo!
Isso passa por provocar a conversão nos seres humanos;
E por resgatar o planeta, com o que nele há!
Para salvar a humanidade:
Primeiro, Deus se sacrificou;
Depois, a criou;
E, então, a mantém para a resgatar!
A Igreja é a agente de Deus, nessa missão.
Abriga os convertidos;
Os capacita para missionários;
E sinaliza, na vida, a presença do Reino de Deus!
A Igreja age em função do desejo de Deus, que:
Quer que cada pessoa seja como Jesus de Nazaré;
Que cada comunidade seja como a Trindade;
Que cada sociedade seja justa como o Reino;
Que cada pessoa possa entrar nesse Reino;
Que o Planeta seja como um jardim!
A Igreja deve anunciar!
A Igreja deve interferir!
A Igreja deve construir!
A Igreja es†á na missão;
Na missão de Deus!
Que é Missão na íntegra!
Missão de salvação do Universo!
Isso passa por provocar a conversão nos seres humanos;
E por resgatar o planeta, com o que nele há!
Para salvar a humanidade:
Primeiro, Deus se sacrificou;
Depois, a criou;
E, então, a mantém para a resgatar!
A Igreja é a agente de Deus, nessa missão.
Abriga os convertidos;
Os capacita para missionários;
E sinaliza, na vida, a presença do Reino de Deus!
A Igreja age em função do desejo de Deus, que:
Quer que cada pessoa seja como Jesus de Nazaré;
Que cada comunidade seja como a Trindade;
Que cada sociedade seja justa como o Reino;
Que cada pessoa possa entrar nesse Reino;
Que o Planeta seja como um jardim!
A Igreja deve anunciar!
A Igreja deve interferir!
A Igreja deve construir!
A Igreja es†á na missão;
Na missão de Deus!
Que é Missão na íntegra!
sábado, 26 de dezembro de 2009
Privacidade!
Berkeley disse que ser é ser percebido.
Se estiver certo não há e nem pode haver lugar para a privacidade no Universo.
Se estiver certo, toda rebelião é tentativa de deixar de ser percebido: de "desexistir".
Se certo, Deus suporta toda a sorte de aviltamento para manter-nos na existência!
Por que o faz?
Por que nos ama?
Se nos ama, por que não deixa de perceber os que não querem ser amados por Ele?
Ou isso é deixar de amar?
E Deus não pode deixar de amar, sob pena de negar-se a si mesmo?
E se o fizesse, o suportaria?
Estaria Deus esperando a conversão?
Ou Deus não pode, ou não quer deixar de perceber a quem fez? E Ele nos fez!
Seja o que for, existir, ou nåo, está para além da capacidade de intervenção da criatura.
Estamos, então, condenados à existência?
Mas, como a existência pode ser uma condenação se é imprescindível ao pensamento?
Ah! Condenação não é existir, é precisar ser percebido para existir?
Condenação é não ter a possibilidade da privacidade.
Mas de que privacidade se fala, se, até Deus é Comunidade?
E como se pode sentir falta do que não existe no Universo?
Não é ausência, porque o que nunca existiu não pode se ausentar.
O clamor por privacidade não é por necessidade é por rebelião.
É a recusa do só ser possível existir em Deus!
É o desejo de ser alguém que não seja comunidade!
Alguém que comece e termine em si mesmo.
É o desejo de ser deus: um deus peça única!
Se fosse possível existir assim...
Se um deus assim existisse...
Nada existiria, porque esse deus seria estéril.
Não há privacidade no Universo:
Também não há solidão, a não ser como auto-engano.
Há a recusa em aceitar companhia, em qualquer nível.
Algo, entretanto, parece saltar:
Se existir é ser percebido, existência é partilha.
Se todo ato é observado... Todo ato não pode ser qualquer ato.
Existe a pessoa, mas o indivíduo não é possível.
Para existir bem é preciso amar ser observado...
O que é possível se se amar o Observador
Sem se esse amor
a existência inferniza... e para sempre.
Amar o Observador, por excelência, acima de todas as coisas é "condito sine qua non" para existir bem.
Tomara que Deus nos leve todos à conversão!
Para que mais do que nos resignarmos à observação, a amemos!
Porque não é a observação do déspota.
Porque o Observador é ofendido e cede espaço.
É a observação de quem se comprometeu a manter os existentes.
Perceber o real significado de existir e amar existir, com tudo o que isso implica, é conversão.
Amar existir é perceber como é percebido!
Se Berkeley estiver certo!
Se estiver certo não há e nem pode haver lugar para a privacidade no Universo.
Se estiver certo, toda rebelião é tentativa de deixar de ser percebido: de "desexistir".
Se certo, Deus suporta toda a sorte de aviltamento para manter-nos na existência!
Por que o faz?
Por que nos ama?
Se nos ama, por que não deixa de perceber os que não querem ser amados por Ele?
Ou isso é deixar de amar?
E Deus não pode deixar de amar, sob pena de negar-se a si mesmo?
E se o fizesse, o suportaria?
Estaria Deus esperando a conversão?
Ou Deus não pode, ou não quer deixar de perceber a quem fez? E Ele nos fez!
Seja o que for, existir, ou nåo, está para além da capacidade de intervenção da criatura.
Estamos, então, condenados à existência?
Mas, como a existência pode ser uma condenação se é imprescindível ao pensamento?
Ah! Condenação não é existir, é precisar ser percebido para existir?
Condenação é não ter a possibilidade da privacidade.
Mas de que privacidade se fala, se, até Deus é Comunidade?
E como se pode sentir falta do que não existe no Universo?
Não é ausência, porque o que nunca existiu não pode se ausentar.
O clamor por privacidade não é por necessidade é por rebelião.
É a recusa do só ser possível existir em Deus!
É o desejo de ser alguém que não seja comunidade!
Alguém que comece e termine em si mesmo.
É o desejo de ser deus: um deus peça única!
Se fosse possível existir assim...
Se um deus assim existisse...
Nada existiria, porque esse deus seria estéril.
Não há privacidade no Universo:
Também não há solidão, a não ser como auto-engano.
Há a recusa em aceitar companhia, em qualquer nível.
Algo, entretanto, parece saltar:
Se existir é ser percebido, existência é partilha.
Se todo ato é observado... Todo ato não pode ser qualquer ato.
Existe a pessoa, mas o indivíduo não é possível.
Para existir bem é preciso amar ser observado...
O que é possível se se amar o Observador
Sem se esse amor
a existência inferniza... e para sempre.
Amar o Observador, por excelência, acima de todas as coisas é "condito sine qua non" para existir bem.
Tomara que Deus nos leve todos à conversão!
Para que mais do que nos resignarmos à observação, a amemos!
Porque não é a observação do déspota.
Porque o Observador é ofendido e cede espaço.
É a observação de quem se comprometeu a manter os existentes.
Perceber o real significado de existir e amar existir, com tudo o que isso implica, é conversão.
Amar existir é perceber como é percebido!
Se Berkeley estiver certo!
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
A viagem do Natal!
Encontrei-me com um amigo, que faz mestrado em ótica.
Ele estava preocupado em conciliar a sua fé com a sua ciência, porque uma de suas bases para a pesquisa é a afirmação de que a luz viaja.
Ele disse-me que, por causa da constante viagem da luz, tudo, que a gente vê, já passou.
A gente só vê o passado.
Daí, a gente tem muito pouca possibilidade de influenciar o que chamamos de futuro.
A rigor, a gente, a partir dessa constatação, nem tem presente.
E pensei...
Inda bem que houve Natal!
O natal é Deus vindo ao nosso passado para nos garantir o futuro!
O meu amigo, também, me fez lembrar uma colocação que fiz a partir de Mt 24.27:
Eu dissera que, nesse texto, Jesus nos informava de que viria, em sua volta, na velocidade da luz, e nos pegaria de surpresa.
Eu o disse, porque a imagem, que Cristo usou, foi a da luz viajando, o que para nós, pós Einstein, já é senso comum.
Esse amigo me fez ver que a imagem estava correta, Jesus falou da viagem da luz, mas, que esse senso era impossível naquela altura, e a percepção dessa viagem, também, e que, portanto, até onde ele tem informação, Jesus foi o primeiro a asseverar que a luz viaja!
Jesus sabe que vivemos no passado! Daí: “Perdoai-os, eles não sabem o que fazem!”
É verdade! Nem, ao menos, sabemos onde estamos!
Ainda bem que Jesus, o Cristo, nasceu!
É Natal: Jesus, o Cristo, nasceu!
Ele estava preocupado em conciliar a sua fé com a sua ciência, porque uma de suas bases para a pesquisa é a afirmação de que a luz viaja.
Ele disse-me que, por causa da constante viagem da luz, tudo, que a gente vê, já passou.
A gente só vê o passado.
Daí, a gente tem muito pouca possibilidade de influenciar o que chamamos de futuro.
A rigor, a gente, a partir dessa constatação, nem tem presente.
E pensei...
Inda bem que houve Natal!
O natal é Deus vindo ao nosso passado para nos garantir o futuro!
O meu amigo, também, me fez lembrar uma colocação que fiz a partir de Mt 24.27:
Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até o ocidente, assim será também a vinda do filho do homem.
Eu dissera que, nesse texto, Jesus nos informava de que viria, em sua volta, na velocidade da luz, e nos pegaria de surpresa.
Eu o disse, porque a imagem, que Cristo usou, foi a da luz viajando, o que para nós, pós Einstein, já é senso comum.
Esse amigo me fez ver que a imagem estava correta, Jesus falou da viagem da luz, mas, que esse senso era impossível naquela altura, e a percepção dessa viagem, também, e que, portanto, até onde ele tem informação, Jesus foi o primeiro a asseverar que a luz viaja!
Jesus sabe que vivemos no passado! Daí: “Perdoai-os, eles não sabem o que fazem!”
É verdade! Nem, ao menos, sabemos onde estamos!
Ainda bem que Jesus, o Cristo, nasceu!
É Natal: Jesus, o Cristo, nasceu!
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