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quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Nota Fúnebre – O PT morreu!

Em nota divulgada nesta quarta-feira, o presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, orienta a bancada no Senado a votar pelo arquivamento das representações contra o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), no Conselho de Ética. Ele argumenta que é uma forma de "repelir" a tática da oposição "que deseja estabelecer um ambiente de conflito e confusão política".

"Aqueles que desejam investigações efetivas podem buscar as instituições apropriadas, que não faltam à Nação. O Senado deve cumprir seu papel legislativo e reformular sua gestão com a máxima urgência", diz Berzoini.” Globo.com 19/08/09 14.31h

"O poder tende a corromper e o poder absoluto corrompe absolutamente” Lord Acton (1834-1902)

John Edward Acton estava certo, bastou um curto periodo de oito anos de poder, e o Partido dos Trabalhadores se corrompeu.

Ontem, todos as investigações contra José Sarney foram canceladas, por decisão do PT.

Assim, encerra-se um período de 30 anos de luta pela democracia e pelo estabelecimento de um governo popular.

Encerra-se a trajetória de um fenômeno político chamado Luis Inácio Lula da ßilva.

O Partido dos Trabalhadores morreu! Está sepultado na vala comum dos demais partidos políticos dessa nação.

Encerra-se um ciclo de esperança!

domingo, 9 de agosto de 2009

José, o pai por excelência!

A maioria dos cristãos esqueceu-se de um grande personagem da bíblia: José, pai adotivo de Jesus de Nazaré.

Qual a importância dele?

i- Jesus só pode cumprir a profecia de que seria filho de Davi, por ter sido adotado por José. (Mt 1.16; Lc 3.23)

E essa era a principal profecia que Jesus teria de cumprir, uma vez que no céu ele é apresentado como "a Raiz de Davi". (Ap 5.5)

Fica a pergunta: Maria foi escolhida porque era a melhor para tanto, ou porque estava prometida para o homem certo; ou ambos?

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ii- Ele era um homem misericordioso, resolveu sair de cena de modo a não prejudicar Maria (Mt 1.19), porque, doutra forma, teria de dizer que não era o pai da criança.

Mesmo não entendendo o que estava acontecendo, ele não pôs em risco a vida do Filho de Deus. Conhecia a lei, porém, preferiu seguir o espírito da lei, que é amar ao próximo como a si mesmo.

*

iii- Ele era plenamente obediente ao Senhor. Ele não questionou quando recebeu a ordem do anjo, obedeceu plenamente (Mt 1.24).

Não há dúvida: esse homem foi escolhido a dedo.

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iv- Além de ser profundamente respeitoso, ele compreendeu que estava diante do sagrado, e que aquela mulher era a mais especial das mulheres, ela carregava o ventre da mulher da criação, que recebera a promessa do filho que libertaria a humanidade (Mt 1.25; Gn 3.15).

O temor desse homem a Deus está estampado em cada reação e decisão sua. Deus, qual oleiro, forjou o caráter e a índole desse ser humano.

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v- Deus, através do anjo Gabriel, falou com Maria uma vez, depois, falou apenas com José: avisou-lhe para fugir para o Egito, outra profecia que deveria ser cumprida (Mt 2.13,15); e, também, quando era para voltar (Mt 2.20).

E foi por seu senso de responsabilidade que uma das profecias foi cumprida (Mt 2.23), porque ele temeu voltar para o lugar de onde tinha vindo, porque Arquelau reinava no lugar do Pai e era muito pior do que aquele. Imagino-o orando ao Pai sobre isso, e a resposta de Deus o levou para a Galiléia, mais propriamente para Nazaré (Mt 2.22,23).

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vi- Ele adotou, de fato, o menino como o seu primogênito, porque, naquela época, o pai passava sua arte, no caso de José, a carpintaria, ao filho primogênito (Mc 6.3)

E Jesus, além de ser conhecido como carpinteiro, ofício que herdou de seu pai, era também conhecido como filho de José, deixando claro que José salvou Maria do estigma e Jesus do preconceito (Mt 13.55)

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vii- Na época de Jesus, o pai era quem cuidava da educação do filho primogênito, não só lhe passava o seu ofício como lhe introduzia no conhecimento das sagradas escrituras. O menino de 12 anos fazendo perguntas aos mestres no templo deve muito a José (Lc 2.46).

Ele sentia a mesma aflição e a mesma maravilha que Maria (Mt 2.48)

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Jesus não apenas foi adotado por José, também o adotou, foi assim que ele se apresentou aos discípulos de João que o seguiram (Jo 1.44).

Certamente, ao ser inquirido pelos que o abordaram acerca de seu nome, ele deve ter dito: Eu sou Jesus, filho de José, o que levou Filipe a apresentá-lo assim para Nataniel.

José foi o maior de todos os servos de Deus, porque a ele Deus confiou o seu próprio filho, e foi a ele que o filho de Deus chamou de pai.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Deixem os atletas em Paz!

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JUCA KFOURI

Deixem Jesus em paz

Está ficando a cada dia mais insuportável o proselitismo religioso que invadiu o futebol brasileiro

MEU PAI, na primeira vez em que me ouviu dizer que eu era ateu, me disse para mudar o discurso e dizer que eu era agnóstico: "Você não tem cultura para se dizer ateu", sentenciou.
Confesso que fiquei meio sem entender. Até que, nem faz muito tempo, pude ler "Em que Creem os que Não Creem", uma troca de cartas entre Umberto Eco e o cardeal Martini, de Milão, livro editado no Brasil pela editora Record.
De fato, o velho tinha razão, motivo pelo qual, ele mesmo, incomparavelmente mais culto, se dissesse agnóstico, embora fosse ateu.
Pois o embate entre Eco e Martini, principalmente pelos argumentos do brilhante cardeal milanês, não é coisa para qualquer um, tamanha a profundidade filosófica e teológica do religioso. Dele entendi, se tanto, uns 10%. E olhe lá.
Eco, não menos brilhante, é mais fácil de entender em seu ateísmo.
Até então, me bastava com o pensador marxista, também italiano, Antonio Gramsci, que evoluiu da clássica visão que tratava a religião como ópio do povo para vê-la inclusive com características revolucionárias, razão pela qual pregava a tolerância, a compreensão, principalmente com o catolicismo.
E negar o papel de resistência e de vanguarda de setores religiosos durante a ditadura brasileira equivaleria a um crime de falso testemunho, o que me levou, à época, a andar próximo da Igreja, sem deixar de fazer pequenas provocações, com todo respeito. Respeito que preservo, apesar de, e com o perdão por tamanha digressão, me pareça pecado usar o nome em vão de quem nada tem a ver com futebol, coisa que, se bem me lembro de minhas aulas de catecismo, está no segundo mandamento das leis de Deus.
E como o santo nome anda sendo usado em vão por jogadores da seleção brasileira, de Kaká ao capitão Lúcio, passando por pretendentes a ela, como o goleiro Fábio, do Cruzeiro, e chegando aos apenas chatos, como Roberto Brum.
Ninguém, rigorosamente ninguém, mesmo que seja evangélico, protestante, católico, muçulmano, judeu, budista ou o que for, deveria fazer merchan religioso em jogos de futebol nem usar camisetas de propaganda demagógicas e até em inglês, além de repetir ameaças sobre o fogo eterno e baboseiras semelhantes, como as da enlouquecida pastora casada com Kaká, uma mocinha fanática, fundamentalista ou esperta demais para tentar nos convencer que foi Deus quem pôs dinheiro no Real Madrid para contratar seu jovem marido em plena crise mundial. Ora, há limites para tudo.
É um tal de jogador comemorar gol olhando e apontando para o céu como se tivesse alguém lá em cima responsável pela façanha, um despropósito, por exemplo, com os goleiros evangélicos, que deveriam olhar também para o alto e fazer um gesto obsceno a cada gol que levassem de seus irmãos...
Ora bolas!
Que cada um faça o que bem entender de suas crenças nos locais apropriados para tal, mas não queiram impingi-las nossas goelas abaixo, porque fazê-lo é uma invasão inadmissível e irritante.
Não mesmo é à toa que Deus prefere os ateus...

Li o seu texto. Sempre admirei a sua lucidez. Gostaria de dizer-lhe, entretanto, que o mesmo direito que você tem de ser ateu, outro tem de ser religioso.

Há quem diga que viveremos várias vidas, o certo, entretanto, como disse Vinicius de Morais, é que só temos consciência desta. E cada um precisa achar um sentido para a vida que vive. E cada sentido se basta por si.

Nada é mais sagrado do que alguém poder explicar a sua vida como o quiser, e atribuir a quem quiser os louros que auferiu. Se os dinamarqueses não gostam de como os brasileiros explicam sua performance em campo, eles que se lixem. Cada povo tem direito à sua cultura, e o futebol é um espetáculo cultural.

O conjunto de nossos atletas é religioso, a exemplo do nosso povo, e, como tal, explica a sua vida. Não estão se impondo, estão se explicando, não aos demais, mas a si mesmo.

Nós, os espectadores, exigimos dos atletas performance à altura de nossa expectativa, senão, o banimento. Deixemo-os em paz! Eles têm o direito de explicar-se, e de dizer porque conseguem superar a pressão de satisfazer a expectativa do mundo.

Agora, além de exigir que joguem o esperamos que joguem, sem levar em conta que são apenas seres humanos, com altos e baixos, queremos lhes proibir de extravasar que é por sua fé que suportam a pressão da máguina? Isso é desrespeito pelo indivíduo.


terça-feira, 4 de agosto de 2009

Regis Danese e a mulher samaritana


Jesus, em João 4, revelou-se profeta para a mulher de samaria, ao dizer-lhe que sabia que ela tinha um sexto relacionamento, e que era pecaminoso. Ela havia sido casada 5 vezes, mas agora estava num relacionamento condenado pela lei mosaica.

Ela, então, falou-lhe dos lugares de adoração: Jerusalém e Gerisim (monte onde os samaritanos ergueram um altar para não precisar ir a Jerusalém).

O que era um lugar de adoração? Era o local onde as pessoas iam para pedir perdão a Deus. Levavam um animal para ser sacrificado em seu lugar, capacitando-se ao perdão divino.

Ao falar sobre os locais de adoração, a samaritana estava admitindo que tinha um problema a resolver com Deus, mas que não sabia, de fato, onde era esse lugar de pedir perdão.

Jesus
então anunciou a boa notícia de que se poderia, a partir dele, pedir perdão a qualquer momento e em qualquer lugar, em espírito, porque o Pai está em todo lugar e se pode acertar o passo com Ele a qualquer momento, por causa do sacrifício do cordeiro definitivo.

Com essa novidade ela saiu a anunciar aos conterrâneos sobre a pessoa que lhe trouxera resposta à pergunta: Onde posso pedir perdão? E os conterrâneos vão ao encontro daquele que pode perdoar. Era o que mais queriam: pedir perdão à Deus.

Nisso, chegam os discípulos, e Jesus, depois de recusar a comida que lhe traziam, fala que eles não percebiam o que estava acontecendo, certamente ele percebera a crítica negativa deles ao fato dele estar falando com uma mulher samaritana. E, o que estava acontecendo, segundo Cristo, era os campos estarem brancos para a colheita, isto é, as pessoas já estarem prontas e desejosas de pedir perdão a Deus, elas só não sabiam como, e que o dever dos discípulos era anunciá-lo como o lugar do perdão.

Regis Danese, compositor cristão, fez uma música (Faz um milagre em mim) que o Brasil está cantando, cristãos e não cristãos. Esse “sucesso” está na linha do que Jesus chamou de “os campos estão brancos para a ceifa” – Isto é, as pessoas estão desejosas de pedir perdão a Deus. Muitos, dentro da Igreja, estão criticando esse moço, o que demonstra que, como os discípulos, não sabemos interpretar os sinais. Se o soubéssemos, transformaríamos esse “sucesso” em eventos evangelísticos por todo o pais, explicando aos brasileiros ávidos por perdão, como obtê-lo, como ter toda a sua estrutura mexida.